O diretor de cultura, Hamilton França, que se tornou conhecido no meio artístico pelas suas atuações no teatro, nos eventos culturais e na imprensa através do Jornal Capibaribe e de algumas emissoras de rádio, e que tem no seu personagem Palhaço Pitombinha sua principal referencia artística, vem sofrendo criticas, principalmente pela sua atuação na diretoria de cultura.

Após as denúncias de Diógenes Rodrigues, que acusa Hamilton França de tentar receber em mãos a taxa de utilização do teatro municipal o diretor de cultura procurou o Diário da Sulanca para falar sobre o tema.

De acordo com Hamilton França ocorreu um mal entendido, já que a taxa a que Diógenes se refere é uma forma de manter o teatro funcionando sem necessitar da burocracia da administração municipal.

“Diógenes pagou uma taxa de ISS que é normal, quanto à taxa do teatro é uma forma de manter o teatro, tem muitas coisas lá que são feitas com essa taxa, sem necessitar da burocracia do governo” afirmou Hamilton.

Seria uma forma, embora não legalizada, de manter o teatro funcionando com um mínimo de infraestrutura e de condições de trabalho para quem utiliza o espaço. Hamilton afirmou ainda que deverá procurar a câmara de vereadores para encontrar uma forma de legalizar essa taxa e criar uma reserva financeira para o teatro municipal.

Quanto ao espetáculo Fogo Fátuo, encenado por Diógenes Rodrigues e a Companhia Artística Avaní Lopes, o diretor de cultura não poupou criticas.

Hamilton denunciou a participação de uma criança de oito anos na portaria do espetáculo, os atrasos nos horários de exibição da peça e o excesso de palavrões e de gestos obscenos por parte do elenco.

“Preocupo-me com a qualidade da cultura que Diógenes faz, mostrei a ele minha visão do espetáculo, mas quem foi assistir não teve estimulo para voltar” afirmou Hamilton.

Por Emanoel Glicério |

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