Cai liminar que suspendia as contas irregulares de 2006 de José Augusto

Acaba de sair decisão que derruba a liminar que suspendia as contas julgadas irregulares de 2006 do ex-prefeito José Augusto Maia. Desta forma, as contas de 2006 voltam a ter eficácia, mantendo José Augusto Maia como Ficha Suja.

José Augusto tentava anular o processo que julgou as contas de 2006 alegando cerceamento de defesa, mas o Desembargador Erik Simões, juntamente com a procuradoria de justiça (Ministério Público) entenderam que o argumento não é valido bem como a parte requerida é ilegítima.

Vale salientar que o Desembargador, em várias partes da decisão menciona, juntamente com o parecer do Procurador de Justiça que “Como asseverou o douto Procurador de Justiça Cível, entre a decisão do TCE e a ação anulatória decorreram quase três anos. "Neste Tempo, poderia o agravante ter interposto recurso ordinário, ou, inclusive, feito o pedido de rescisão administrativa, pois esta, tal qual ação rescisória, tem prazo limite de 02 anos, segundo o art. 83, da Lei Orgânica do TCE/PE - Lei nº 12.600/2004)". Como se vê, no caso dos autos, ficou bem demonstrado que, após o julgamento desfavorável pelo Tribunal de Contas do Estado, inclusive em grau de Recurso, as contas do ex-Prefeito passaram a ser examinadas pelo Poder Legislativo local, constatando-se a expedição de intimações às testemunhas arroladas pelo mesmo, em estrita observância ao devido processo legal. Enfim, a edição da Resolução Legislativa nº 026, de 01 de setembro de 2011, não se pode ter como desmotivada, até porque se cuida de juízo essencialmente político, não vinculado ao posicionamento técnico-contábil do Tribunal de Contas. Nesse contexto, não vislumbro qualquer ofensa ao princípio do direito de defesa alegado pelo agravante.”

Estas contas de 2006 dizem respeito a, dentre outras, o caso da merenda, do lixo e das licitações.

Pesam contra Zé, ainda, as contas de 2002 e 2004, julgadas irregulares pelo TCE e Câmara de Vereadores, juntando-se a estas a de 2006, tornando cada vez mais José Augusto Maia Ficha Suja.

Por Euzébio Pereira Neto

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A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara Federal, analisou na manhã desta quarta-feira (31) um projeto de lei de autoria do deputado José Airton Cirilo (PT-CE), que estabelece a obrigatoriedade de instalação de creches e berçários em órgãos públicos de todo o país.

Todos os parlamentares presentes concordaram com a iniciativa do autor do projeto, no entanto, quando o relator, deputado Osmar Terra (PMDB-RS), estendeu essa obrigação às empresas privadas, que tenham acima de 30 empregadas, os deputados João Maia (PR-RN) e José Augusto Maia (PTB-PE) se posicionaram contra o Relatório, por entenderem que essa obrigação é de responsabilidade dos poderes públicos e das empresas que tenham mais de 100 empregadas como está na CLT.

Conforme esclareceu o deputado José Augusto Maia, na região do polo de Confecções de Pernambuco esta medida acarretaria altos custos para os pequenos e microempresários, que são maioria dentre os confeccionistas.

“No Polo de Confecções do Agreste de Pernambuco, que represento aqui nesta Casa, as micro e pequenas empresas empregam a maioria dos trabalhadores e não podem arcar com esse custo adicional. Nós que vivenciamos essa realidade sabemos o quanto um projeto desse irá encarecer o custo do produto final, fazendo assim, perdermos competitividade no mercado nacional”, disse o deputado pernambucano.

“Outro ponto relevante e de grande destaque é que os empregadores, com certeza, deixarão de contratar mulheres optando por contratar apenas homens, pois assim estarão isentos de tal obrigação” finalizou José Augusto Maia.

Após as explanações contrárias dos deputados Guilherme Campos, João Maia e José Augusto Maia, e diante do apoio da maioria dos deputados presentes, ficou decidido que o projeto deveria ser retirado de pauta para retornar com as devidas modificações.

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Com agenda na Capital Federal nas próximas duas semanas, quando visitará vários ministérios e gabinetes de deputados com apoios em santa Cruz o deputado eleito Edson Vieira afirmou que também baterá na porta do seu adversário político nas ultimas eleições municipais.

“Eu vou a Brasília e vou bater na porta do gabinete de Zé (Augusto), como ele disse que ama Santa Cruz e afirmou em campanha que estavam garantidos 40 milhões de reais espero que ele coloque essas emendas para o nosso município” afirmou Edson Vieira.

O prefeito eleito, que estará acompanhando do vice-prefeito Dimas Dantas (PP) e dos seus 10 vereadores já está com audiência agendada com o Ministro do Trabalho, Brizola Neto, e com o deputado federal Paulo Rubem, ambos do PDT, as audiências foram marcadas pelo vereador Afrânio Marques que é do mesmo partido do ministro e do deputado federal.

Afrânio também já garantiu junto ao deputado Paulo Rubem uma emenda para a construção de uma policlínica, das quatro prometidas pelo prefeito eleito Edson Vieira.

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Confira os valores que cada setor do governo municipal terá para serem investidos no próximo ano, os dados são do projeto do novo orçamento enviado a câmara de vereadores e poderá sofrer pequenas alterações através de emendas dos parlamentares.

Câmara de Vereadores – R$ 4.462.000,00
Gabinete do Prefeito – R$ 2.209.292,00
Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo – R$ 1.079.000,00
Secretaria de Desenvolvimento e Planejamento Social – R$ 1.345.000,00
Secretaria de Administração – R$ 8.649.000,00
Secretaria de Finanças – R$ 3.803.000,00
Secretaria de Infraestrutura – R$ 21.583.000,00
Secretaria de Educação, Cultura e Esportes – R$ 50.098.200,00
Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente – R$ 2.655.000,00
Secretaria de Defesa Social – R$ 1.680.000,00
Controladoria Geral – R$ 161.000,00
Secretaria de Saúde – R$ 60.000,00
Fundo Municipal de Saúde – R$ 29.297.508,00
Fundo Municipal de Direito da Criança e do Adolescente – R$ 480.000,00
Fundo Municipal de Assistência Social – R$ 5.576.000,00
Orçamento final do município - R$ 133.138.000,00

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No dia 30 de novembro de 2011 o prefeito Toinho do Pará determinou a abertura de procedimento licitatório para contratação de empresa para a instalação do sistema de distribuição de conteúdo digital e sistema de comunicação e inclusão digital atendendo a solicitação da secretária de educação Socorro Maia.

De acordo com o projeto uma dos serviços prestados pela empresa contratada pelo procedimento licitatório seria a disponibilização de serviço gratuito para a população com acesso livre a internet. Esse sistema seria disponibilizado para a população em torno das unidades escolares e deveria haver um cadastramento de senhas de acesso, o sistema funcionaria nos horários em que não houvesse aulas.

Também faz parte do projeto um sistema de segurança cm instalação de câmeras nas entradas das escolas, integrado aos órgãos de segurança pública do município e a distribuição de conteúdo escolar com disponibilização de portal com painel de seleção de conteúdo.

De acordo com os projetos as escolas contempladas foram as seguintes:

Escola Prof. Maria Lucina Gonçalves (Oscarzão)
Escola Prof. Lucinalva Santos Aragão (Palestina)
Escola Prof. Orlandina Arruda Aragão (Dona Dom)
Escola Virgilina Pereira (São Jorge)
Escola Lindalva Aragão de Lira (Santo Augustinho)
Creche Julia Oliveira da Silva (Santo Augustinho)
Escola Senador Ronaldo Aragão (Dona Lica)
Escola Prof. Donatila da Costa Lima (COHAB)
Escola Evangélica (Bela Vista)
Creche Emerson Marques (Bela Vista)
Escola João Maia Neto (Nova Morada)
Escola Prof. Sevy Barros (Santa Teresa)
Escola Prof. Antônio Gomes (Rio Verde)
Escola Ivone Gonçalves (Centro)
Secretaria de educação (Centro)

Pela prestação de serviço do sistema de distribuição de conteúdo digital e sistema de comunicação e inclusão digital o governo municipal pagou, de acordo com informações do vereador Junior Gomes (PSB) a bagatela de R$ 1.220.289,46 a empresa Zero Um Informática Engenharia e Representações LTDA, sediada no bairro do Derby, no Recife.

De acordo com o contrato entre a prefeitura e a Zero Um Informática os pagamentos pelos serviços deveriam ser realizados após a comprovação da conclusão de cada etapa da obra, só que de acordo com informações do vereador Junior Gomes foram pagas duas parcelas pelo serviço, uma em dezembro de 2011 e outro em fevereiro deste ano.

O vereador Junior Gomes levou o caso a Inspetoria do Tribunal de Contas, sediada em Bezerros, e vai cobrar explicações da prefeitura sobre o caso, já o vice-prefeito eleito Dimas Dantas acredita que a empresa responsável pelos serviços também deve ser ouvida para esclarecer o que realmente foi ofertado a população de Santa Cruz em relação à inclusão digital.

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