Em uma cidade dividida entre o fanatismo inconseqüente de dois grupos políticos um dos poucos temas que unem a população é o glorioso Ypiranga, que chegou aos 71 anos com muito esforço, dedicação e paixão de uma torcida que tem orgulho de vestir a camisa alviazulina.

O Ypiranga dos Negrinhos do Alto, de Joaninha de Butija, Toinho de Zé Neo, Quinha, Mama, Domir e tanto outros é o mesmo Ypiranga que alegra as tardes de domingo durante o Campeonato Pernambucano, se tornando uma das poucas opções de lazer da Capital da Sulanca.

Mas esse mesmo Ypiranga, que nos deu tantas alegrias, que vestiu a cidade de azul, também fez sua torcida chorar em momentos que queríamos esquecer.

A maior decepção talvez tenha ocorrido no fatídico dia 05 de fevereiro de 2006, quando uma vitória já certa no coração da torcida azul, nos consagrava como campeões do 1º turno do Campeonato Pernambucano, garantindo uma inédita vaga na Copa do Brasil.

E quando surgiu um pênalti a favor da Maquina de Costura a taça do 1º turno já estava em nossas mãos, e foi ai que o pesadelo começou...

Junior Amorim chutou a bola e o nosso sonho pra fora... E choramos como meninos...

Mas o sonho continua e as imagens deste capítulo triste de nossa história ficaram para sempre eternizadas nas Páginas do Correio Universitário...

Por Emanoel Glicério |

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