Desde que publicamos com exclusividade a carta de Carlos Lisboa, onde o chefe de gabinete coloca seu cargo a disposição, a cidade não fala em outro assunto. Em todas as rodas de conversas, malas políticas, repartições publicas e meios de comunicação o assunto é um só: as finanças do governo municipal e a carta de Lisboa.

Infelizmente em alguns momentos o assunto foi distorcido e tentaram passar a informação de que o chefe de gabinete teria entregado o cargo, o que na verdade não ocorreu.

Apesar das muitas especulações sobre o tema, o que se percebe é que a atitude de Lisboa foi uma jogada de mestre no tabuleiro político e administrativo da base governista, que provocará decisões a médio prazo no cenário político da Capital da Sulanca.

Por Emanoel Glicério |

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