Nas eleições municipais de 2008 a definição da chapas majoritárias passou por uma situação inusitada. Durante vários meses se debateu quais seriam os nomes ideais pra compor as chapas na condição de candidatos a vice-prefeito, deixando os candidatos a prefeito em segundo plano.

Sempre que o assunto era comentado só se falava nos vices, até parecia que a chapa majoritária teria a formação invertida, onde o nome mais importante seria o do vice.

Dois anos depois a historia se repete na eleição estadual.

Eduardo campos é candidato a reeleição, Jarbas é candidato pela oposição, mas faz de conta que não é.

Enquanto isso o senado tem sido o foco das atenções.

Na base governista os nomes do governador são João Paulo (PT) e Armando Monteiro (PTB), mas o PT não sabe o que quer e João pode marchar sozinho, já Armando tem recebido apoios de aliados e a sinalização de uma possível aliança com o grupo Mendonça.

Na oposição o cenário político com vistas ai senado também anda agitado.

Marco Maciel (DEM) é um mistério, sempre calado, longe de holofotes, mas ainda assim favoritíssimo a uma das vagas. Já Sergio Guerra (PSDB) avançou nas bases governistas, ganhou apoios de partidos aliados e tumultuou a base governista.

Parece que a lógica continua invertida e o senado virou a peça principal na disputa de 2010.

Por Emanoel Glicério |

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