Renato quando ainda era aliado de Edson Vieira
O ex-assessor do deputado estadual Edson Vieira (PSDB), Renato Junior, que hoje é aliado do deputado federal José Augusto comentou a sentença do juiz Tito Lívio, onde seu nome é citado como um dos acusados.

Na sentença o juiz condena o deputado Edson Vieira e o ex-vereador Dida de Nan, mas inocenta Renato por falta de provas.

Confira a nota enviada por Renato Junior ao Diário da Sulanca.

“Caro amigo Emanoel Glicério,

Como de costume ao tentar manter-se informado dos assuntos da nossa cidade e região, leio diariamente os blogs. Ao ler o blog Diário da Sulanca, não pude deixar de ver uma postagem na coluna Cospe Fogo do dia 11 de novembro de 2011 na qual cita a minha pessoa como envolvida num esquema de compra de votos, segue o texto da coluna:

Renato Júnior também e citado em sentença:

O hoje aliado político do deputado federal José Augusto Maia, Renato Júnior, é citado na sentença judicial que torna inelegível por três anos a partir da eleição municipal de 2008 o deputado Edson Vieira.

Renato na época era assessor de Edson Vieira, e embora não existam provas que o incriminem, ele é citado como um dos envolvidos no esquema de compra de votos com o próprio Edson Vieira, do ex-vereador Dida de Nam e de Alessandra Vieira, esposa do deputado.

Agora vejam o que diz, o Exmo. Juiz Eleitoral quando se fundamenta para proferir sua sentença, na folha 5 da AÇAO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL PROC. 01231/2008.

No tocante a participação dos representados, está fica clara nas próprias anotações e documentos, conforme já transcritas na presente fundamentação. De fato, nesta tem numerosas referências ao Sr. Edson de Souza Vieira, ao Sr. José Raimundo Ramos (Dida) e a Sra. Alessandra Xavier Vieira. Contudo, tenho que, quanto ao representado Renato Severino Gonçalves Junior, não há nos autos provas de que o mesmo haja contribuído para os fatos ora apurados.

Caro amigo Emanoel Glicério em nenhum momento meu nome foi citado em nenhuma das anotações do referido caderno, meu nome foi citado em única ocasião por uma testemunha de acusação no inicio da investigação na qual descreveu alguém parecido comigo, pra infelicidade dessa testemunha no dia que ela disse que fui até a casa dela oferecer algo em troca do seu voto, eu peguei meu filho logo pela manhã, por volta da 09h00min e fui até a Vila do Pará, onde ficamos o dia todo organizando o comício, só voltamos à tarde pra organizar a carreata que iria pro comício e retornamos pra Vila do Pará, só voltando pra Santa Cruz do Capibaribe na madrugada do domingo, e pra ser sincero não lembro de ter ido em São Domingos durante a campanha, local onde morava a testemunha de acusação.

Então amigo, como você pode me acusar de ter feito parte de um esquema de compra de votos? Seria bom você colocar a sentença do Exmo. Juiz Eleitoral não integra pra estabelecer a verdade dos fatos.

Ainda continua a investigação na policia federal sobre esse caso, onde já prestei depoimento, e apesar da desconfiança do deputado, não o comprometi, por todas as decepções que passei com a pessoa dele. Se fosse uma pessoa rancorosa o teria prejudicado, mais não o fiz. Mesmo assim se quer um obrigado eu recebi, mais a justiça esta se fazendo. Acho que muita água ainda vai passar por baixo dessa ponte”

RENATO JUNIOR

Por Emanoel Glicério | Marcadores:

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