Uma lei regulamentada em julho deste ano determina que pelo menos 30% dos recursos destinados a merenda escolar podem ser utilizados sem a necessidade da tomada de preços.

A medida faz com quem a agricultura familiar passe a ser fornecedora de escolas, sem a necessidade de uma licitação. A novidade passa a valer para 2010, mas o economista Gil Castelo Branco, da ONG Contas Abertas faz um alerta.

“Receio que se reproduza modelos semelhantes aos escândalos envolvendo organizações não-governamentais. Muitas são sérias. Outras se estabeleceram só para captar recursos públicos” alertou.

Essa notícia pode ser a alegria dos pequenos agricultores que passariam a encontrar m bom mercado para negociar seus produtos, mas também pode fazer a alegria de muitos gestores com atitudes pouco republicanas.

Por Emanoel Glicério |

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