Estou de volta, e dessa vez em defesa de Zé Augusto. Zé que tanto fez pela cidade. Calçamentos, água potável e tantas outras obras estruturadoras.

Como diz o próprio Zé na música: “Eu sou o Zé, sou o mesmo Zé” É verdade, o mesmo Zé que fez tudo isso e muito mais por Santa Cruz, o mesmo Zé que também armou tramóias políticas inimagináveis. Acordos cá, acordos lá, quebra de acordos aqui, quebra de acordos aculá. E lá vai o mesmo Zé. Vou defendê-lo, afinal, o que é que tem deixar um candidato a governador como era Arraes que naquela altura já estava perdido? O que é que tem buscar o poder? “Buscar o melhor para a cidade !!!” Dizia ele.

O que é que tem oferecer isso ou aquilo a algum (a) vereador (a) para ganhar a presidência da Câmara? Política; ele usou política, usou as armas que tinha. Ele apenas soube manipular tudo na hora certa. Defendo, pois, Zé Augusto, ele é político, e como tal, tem que usar de artifícios dos mais variados para se conseguir os seus objetivos. Só tem um problema, talvez o pobre Zé tenha subestimado políticos como ele. Alguns contemporâneos a ele que também aprenderam das mesmas artimanhas, que talvez só não usassem tanto como Zé usava.

Só não defendo Zé em uma coisa, em querer condenar seus adversários e até supostos aliados de jogo sujo ou de traição, pois os mesmos só estão tendo ações semelhantes as do próprio Zé.

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Por Pablo Ricardo

Por Emanoel Glicério |

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