Cidade dos buracos

O vereador Zezin Buxin aproveitou uma das suas frases de efeitos para definir a situação em que a Capital da Sulanca se encontra ultimamente: “Antes éramos uma cidade cheia de buracos, hoje somos um buraco com uma cidade dentro’ ironizou o parlamentar.

Briga no ninho Boca Preta

O clima esquentou na oposição. Tem vereador desconfiando da postura de colega de bancada, tem líder político dando grito em aliados históricos, e no fim das contas a paz que reinava na oposição começa a dar lugar a mais uma disputa interna. Tudo porque as eleições estão logo ali, e a busca pelos espaços já começou...

A CPI para ou não?

Hoje à noite vamos saber se a CPI será prorrogada ou não por mais 90 dias. O bom senso diz que toda investigação deve ser feita até a última duvida ser esclarecida e nessa CPI o que não faltam são perguntas sem respostas. A bancada Taboquinha propôs a mudança no período de investigação, indo até 1984 quando Augustinho Rufino era prefeito, já os Bocas Pretas afirmam que não existe imparcialidade na CPI.

“24 lotes são meus”

Na última quinta-feira o vereador Dimas Dantas afirmou que em um determinado momento de passagem de Galego de Mourinha pela secretaria de infraestrutura o ex-secretário afirmou que estava sendo pressionado por Zé Elias para ceder 24 lotes de um loteamento que havia sido liberado irregularmente.

Até agora o vice-prefeito não falou um pio sobre o assunto. Por enquanto vale  a palavra de Dimas, que não foi desmentida por ninguém.

Nanau é o cara

Oito anos foi o tempo necessário para Nanau mudar toda a sua história política e sair do ninho Boca Preta para se tornar pré-candidato a prefeito pelos Taboquinhas. Em 2004 Nanau teve a chance de disputar a prefeitura pelo grupo político que sempre fez parte, hoje voltar a surgir à chance de mais uma vez tentar chegar ao palácio Braz de Lira, só que no palanque oposto.

Nanau deixou de ser o “Doutor Nadal, que só tinha uma orelha” para se transformar no principal nome dos Taboquinhas rumo a 2012.

Coisas da política.

Esqueceram o nosso herói

Metade de 2011 já se foi, estamos agora na contagem regressiva para a nossa maior festa, que anda meio esquecida, e quem estava certo era Fernando Aragão ao criticar na tribuna da câmara o esquecimento em relação ao centenário de Raymundo Aragão. O homem da independência e maior prefeito da história da cidade passou de herói a indigente muito rápido. Poucos se lembram da história de Raymundo, que deveria ser ensinada nas escolas. Parecem que os bons além de morrerem cedo, são esquecidos facilmente.

Por Emanoel Glicério | Marcadores: ,

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