A lei que instituiu o piso salarial dos professores da rede municipal de ensino foi debatida na tarde desta quarta-feira entre o SINDUPROM, relatores técnicos do município, o secretário de administração Neydson Eduardo e os vereadores Dimas Dantas (PTB) e Afrânio marques (PSDC).

A reunião foi provocada pelo SINDUPROM que questiona alguns prontos do projeto que foi aprovado de maneira diferente do que teria sido acordado com a categoria. A presidente de sindicato, Luciene Cordeiro, enumerou as falhas no projeto e as apresentou aos relatores técnicos do município, que debateram os pontos questionados.

Piso salarial baseado no teto nacional com restrições, plano de cargos e carreiras, aposentadoria por tempo de serviço entre outros temas são as principais preocupações do SINDUPROM. A diretoria do sindicato também apresentou uma proposta para qualificar a lei do piso, onde segundo o SIMDUPROM a alguns equívocos, como é o caso do aumento salarial gradativo que está estimado em dez anos e o sindicato pede para este artigo seja revisto, diminuindo este tempo.

O professor Afrânio teve um importante papel para a reunião ao transformar os dados técnicos em fatos reais para uma melhor compreensão da Lei, e assim poder expor com clareza as reivindicações dos professores. A observação do vereador foi baseada no plano de cargos e carreiras e aposentadoria.

Para Dimas Dantas (PTB), o governo municipal tem aberto o dialogo com o sindicato dos professores, e esta janela de negociação é muito importante para solucionar as questões pendentes na lei do piso salarial.

Segundo o parlamentar “o governo não tem medido esforços para conseguir chegar a um entendimento com a categoria”.
Com informações do jornalista Cláudio Higino

Por Emanoel Glicério |

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