Até o fechamento desta coluna, ontem, o governador Eduardo Campos (PSB) estava fortemente inclinado a remanejar o secretário de Saúde, Jorge Gomes, para o lugar de Ettore Labanca, que deixa, hoje, a pasta de Articulação Política. Para a Saúde, teria convidado o médico Antônio Figueira, do Instituto Materno Infantil de Pernambuco – IMIP.

Se confirmado, foi uma saída inteligente. Respeitado e com uma ligação histórica à família Arraes, Jorge Gomes tem capital político para dar continuidade ao trabalho que Labanca vinha exercendo com muita competência. Ao mesmo tempo, o governador passa a contar com um quadro de excelência no comando da Saúde.

Figueira, se não me falha à memória, foi convidado pelo ex-governador Jarbas Vasconcelos para substituir Guilherme Robalinho e não aceitou. Os homens mudam e Figueira não foge à regra. Aproveitando esse pequeno ajuste, o governador precisa, entretanto, trocar uma ou duas peças que ainda não se engrenaram a equipe.

Ângelo Ferreira, da Produção Rural e Reforma Agrária, é um deles. Além de fraco é inoperante, enxergando a política agrícola com o olho obtuso de um político provinciano de Sertânia.

Do Blog do Magno

Por Emanoel Glicério |

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