A coletiva da bancada Taboquinha, encabeçada pelo vereador Ernesto Maia (PTB), realizada ontem no gabinete de Deomedes Brito tinha um só objetivo, jogar duvidas sobre a honestidade do vereador Dimas Dantas, candidato a vice-prefeito na chapa liderada pelo deputado estadual Edson Vieira.

De acordo com o vereador Ernesto Maia a bancada Taboquinha denunciou Dimas Dantas e seu irmão Klinger  Dantas por falsificação de documentos, falsificação de assinaturas, formação de empresa laranja com o objetivo de fraudar licitações e estelionato.

A suposta empresa laranja seria a G. Mergulhão Construções LTDA ME, que teria mudando de nomes varias vezes, o que segundo Ernesto caracteriza empresas que são criadas para fraudar cofres públicos. A empresa também mudou de sócios varias vezes e segundo a denúncia um dos ex-sócios, José Gleydson Agostinho da Silva, foi retirado da sociedade sem ser comunicado, através de uma assinatura falsa.

Outro ponto apresentado pelo vereador Ernesto Maia foi um suposto chegue do vereador Dimas Dantas para a aquisição de uma máquina que custou 75 mil reais. Dimas teria pago metade desse valor com um chegue pessoal, o que segundo Ernesto Maia liga diretamente o candidato a vice prefeito da oposição ao esquema montado pela suposta empresa.

Questionado pelo blog sobre o chegue o vereador Dimas Dantas afirmou que realmente emprestou o chegue ao seu irmão, e que não existe nada de errado neste gesto.

“Ora, que erro existe em você emprestar um chegue ao seu irmão? E dizer que eu pedi para não citar meu nome? Como eu faria isso se deu meu próprio chegue?” questionou Dimas.

Prejuízos aos cofres públicos

Questionado sobre os prejuízos que a empresa G. Mergulhão teria provocado aos cofres públicos o vereador Ernesto Maia não soube responder, como também não souber citar licitações que tiveram a participação da empresa.

Ex-sócio assinava sem ler

Jadeilson Antonio, um dos ex-sócios da empresa afirmou que assinava sem ler alguns documentos que eram enviados pelo advogado Klinger Dantas, e que só depois de algum tempo é que ele soube que era sócio da empresa.

Por Emanoel Glicério | Marcadores: ,

1 comentários:

  1. Unknown disse...:

    Ora, ninguém podia esperar que Dimas confessasse que tem culpa no cartório. Seria muita ingenuidade imaginar tal coisa. Quero pedir ao Blogueiro Emanuel que repita as matérias dos seus amigos Ney e Marcondes.