No final da década de 70, Severino Monteiro era o líder maior do grupo Cabecinha, José Inácio trazia a união do brejo e o comando e animação dos palanques ficava por conta de Francisco Amaral.

Bons tempos em que a palavra de um homem valia mais do que uma assinatura ou uma mala de dinheiro.

Por Emanoel Glicério | Marcadores: ,

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