Desculpas de um Historiador

Ao ler na manhã do dia 29 de setembro o blog do meu amigo Emanoel Glicério fiz a leitura do texto do companheiro Marcelo Diógenes, genro do saudoso Lisboa, onde observei que de forma coerente o senso de justiça em suas palavras. No entanto quem conhece minha pessoa sabe que não dormiria com tranquilidade sem me retratar neste espaço.

Como historiador resolvi fazer uma simples homenagem a Raimundo Aragão em minhas colunas no Blog Sulanca News e no dia 13 de agosto de 2011, na primeira coluna escrevi no primeiro e segundo parágrafo que teria “por objetivo abordar um pouco da história de um dos maiores mitos do município de Santa Cruz do Capibaribe-PE, Raimundo Francelino Aragão,  do qual estivesse vivo completaria 100 anos, ao qual homenageamos nesse trabalho. E para narrar a vida desse homem não podíamos deixar de consultar as obras de outros dois grandes nomes de nosso município, Lindolfo Pereira de Lisboa (in memória) e Júlio Ferreira de Araújo, que apesar de não serem historiadores por formação, sempre tiveram a preocupação de preservar nossa história”.

“Por tanto, navegaremos na obra biográfica, Raimundo Aragão: sua vida suas obras, elaborada pelo saudoso Lindolfo Pereira de Lisboa e a obra, História de santa Cruz do Capibaribe, por Júlio Ferreira de Araújo,”

E no decorrer das outras colunas de homenagens, ao final de cada citação das obras pesquisadas, citava os autores que não foram poucos, Le Goff, Munford, Foucalt, Chartier, Reis, Diniz, e os santa-cruzenses Manuela Feitosa, seu Julio Ferreira de Araújo, professor Lindolfo Pereira de Lisboa, músicas de José Augusto Maia e Fotos do Orkut de Arnaldo Viturino.

Contudo as referências eram da seguinte forma ao final de cada citação (Araújo, 2003 ou Lisboa, 1991) que significa para quem for pesquisar o sobrenome do autor e o ano da obra. No entanto se as referências não foram satisfatórias, sem ironia alguma, mas com muita sinceridade e humildade peço desculpa não só ao companheiro Diógenes, mas em memória a professor Lindolfo, a toda sua família.

Pois como descreveu Diógenes, a escrita de Lindolfo é inconfundível, e acrescento como historiador que a historia escrita de Santa Cruz tem que ser pensada antes e depois de Lindolfo, pois não da para escrever sobre nosso município sem ao menos ler suas obras e a de seu Julio.

Por Romenyck Stiffen - Historiador e colunista!

Por Emanoel Glicério | Marcadores: ,

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