Quando o prefeito José Augusto foi usar a palavra na Medalha Padre Zuzinha, o vereador Aguinaldo Xavier (PTB) saiu imediatamente do plenário da câmara. O vereador deu uma carreira para a cozinha e fico lá por um bom tempo.

O gesto foi uma forma de repudio ao prefeito, mas acabou sendo um desrespeito com s homenageados que estavam recebendo a medalha.

Por Emanoel Glicério |

2 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    Marcos Dantas, Cidadão de Santa Cruz


    Para o bem da verdade, sou um cristão, Jornalista de fato, publicitário, fotógrafo, bloguista, colunista social, pesquisador popular, técnico em transação imobiliária, redator, diretor e editor da Revista Desafio's, e um senhor Cidadão Brasileiro, Nordestino, Pernambucano, Recifence e, recentemente, fui naturalizado Santa-cruzence, por receber o título de cidadão de Santa Cruz, em uma decisão da câmara de vereadores, sob projeto do vereador Agnaldo Xavier. Dia desses, fui criticado na tribuna da câmara municipal de Santa Cruz, e na rádio comunidade, pelo empresário e vereador Fernando Aragão, e outros vereadores, por motivo de ter divulgado nesta Revista, na edição 43, um artigo que fala da real situação do tranquilo e folgado trabalho dos senhores vereadores, denominando de "mamata", esta árdua tarefa de grandes esforços e trabalhos super pesados. Sabendo-se portanto, que boa parte deles, só aparecem na câmara uma vêz por semana, para reunião de plenário, tiram 60 dias de férias por ano, ganham média de R$ 6.000,00, além de prestígios, mordomias e privilégios. O artigo revoltou o presidente da câmara, Fernando Aragão, que parece não ter entendido o que lêu, dizendo estar arrependido por aprovar votando a favor do título de cidadão a mim concedido. "Bom, por certo, eu não tenho rabo prêso com ninguém, não me vendo, nem tão pouco, Fulano ou Cicrano, bota papa na minha bôca, pra eu deixar de divulgar algumas certas verdades, dolorosas pra alguns. O título recebido, nem outras condecorações, e diversos prêmios e troféus que tenho recebido, nunca vão me empedir de falar o que me é de direito. Afinal, tenho "liberdade de imprensa", não dependendo de palpites e críticas. Dependo sim, do Pai Celeste, que me sustenta com suas ricas e piedosas misericórdias. Graças a Ele, tenho sobrevivido e cumprido coma maioria dos meus deveres. Por fim, ninguem é tão certinho assim. Todavia, segue de púlblico minhas descupas, se porventura cometí algum erro. Meu maior desejo, é que neste novo ano sejamos muito mais cuidadosos com as primícias do Senhor e, sigamos com mais cuidados seus ensinamentos. Tendo assim, a consciência do dever cumprido.

  1. Anônimo disse...:

    Maturidade e desenvolvimento humano é o que falta a muitos vereadores que já passaram por esta câmara. Veja que atitude infantil e desnecessária: sair do plenário da câmara, espaço de trabalho, porque um cidadão que, por sinal tem o direito de ir e vir, está a falar para o público. Vamos fazer um projeto de lei contratando uma psicóloga para atender semanalmente a esses vereadores imaturos. Cresce vereador e aprende a travar disputas e não descer do salto. Ainda bem que perdeu.