A Coordenadoria da Mulher vestiu mais uma vez a camisa da luta em defesa do sexo feminino e estará lançando em breve a campanha dos 16 dias.

A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres é uma mobilização educativa e de massa, que luta pela erradicação deste tipo de violência e pela garantia dos direitos humanos.
Em todo o mundo, quatro datas-marco representam essa luta no período de realização da Campanha: 25 de novembro a 10 de dezembro, por isto chamamos de 16 Dias de Ativismo.
No Brasil, mais uma data é destacada pela dupla discriminação sofrida pelas mulheres negras: 20 de novembro – Dia Nacional da Consciência Negra.
Tudo isso para que a sociedade repudie este ato de violência praticado contra as mulheres, pois eles são uma violação dos Direitos Humanos.

Confira a programação

- 25 de novembro – Dia Internacional da não violência contra as Mulheres; (Palestras realizadas em algumas Escolas Municipais em prol da conscientização da não violência contra as mulheres)
- 01 de dezembro – Dia Mundial de Luta contra a AIDS;
- 06 de dezembro – Dia Nacional da Luta dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres; (Caminhada a ser realizada no dia 07 com personalidades masculinas em parceria com a CDL).
- 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos; inclusive, este ano está completando os 60 (sessenta) anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Depoimentos em defesa da mulher
“Em todos meus shows apresento a música Maria da Penha e falo da importância que a Lei 11.340/06 tem para a proteção das mulheres. Faço isso para contribuir com o fim da violência contra as mulheres e promover a paz entre as pessoas”.

Alcione Dias Nazareth. 61 anos, cantora. Rio de Janeiro (RJ)



“Nossa principal atitude pelo fim da violência contra as mulheres foi assinar o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher, estabelecendo, no âmbito estadual, uma política estratégica pelo fim da violência às mulheres, que faz parte das prioridades do Governo de Pernambuco”.
Cristina Maria Buarque. 61 anos, secretária de Estado da Mulher de Pernambuco. Recife (PE).

“Uma atitude do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro que faz a diferença, e foi implementada na minha gestão, é que, para tornar mais eficaz a aplicação da Lei Maria da Penha, oferecemos à população não só o Sistema de Ouvidoria, mas também as promotorias específicas que atuam durante a investigação e na fase processual propriamente dita”.

Marfan Martins Vieira. 59 anos, procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro (RJ).

Por Emanoel Glicério |

0 comentários: