Não tenho procuração para defender o deputado Armando Monteiro Neto contra petardos de um colunista nacional, dentre os quais a afirmação de que não fosse à presidência nacional da CNI ele estaria, hoje, no baixo clero do Congresso. Não é verdade.

Em 2000, quando nem sequer aspirava chegar ao comando da instituição, Armando já figurou na lista dos 100 parlamentares mais influentes do parlamento nacional pela destacada atuação na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, onde relatou matérias da mais alta relevância.

Na mesma época, a revista IstoÉ-Dinheiro, publicação bastante conceituada na fina-flor do PIB nacional, também incluiu o deputado pernambucano na chamada “Tropa de elite do Congresso”. Só dois anos depois é que Armando foi eleito presidente do órgão máximo de representação do empresariado nacional e em seguida reeleito.

O próprio processo da sua reeleição, cujo desfecho se deu pela unanimidade do criterioso colégio eleitoral da CNI, já por si só atestou a aprovação da sua gestão e, conseqüentemente, o reconhecimento do PIB nacional.

Quanto ao mais, deve ter muita gente interessada em danificar a imagem de um político e ao mesmo tempo gestor público, que atravessa, hoje, um dos melhores momentos da sua trajetória.

Do Blog do Magno
Foto: Eliel Antônio

Por Emanoel Glicério |

1 comentários:

  1. Anônimo disse...:

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