O deputado Edigar Mão Branca (PV-BA) voltou a criar polêmicas no Congresso. Há pouco, o deputado começou a tocar e cantar violão, acompanhado pelo cantor Xangai, dentro de uma gaiola na Câmara. O deputado diz que o ato marca o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Música, dos Compositores e Músicos Brasileiros.

O grupo de parlamentares vai trabalhar para propor alternativas para a atual legislação do setor. Outra frente de atuação deve propor mudanças para a arrecadação de direitos autorais e o pagamento de verbas pelas gravadoras para que as emissoras de rádio toquem determinadas músicas.

O deputado justifica que a gaiola representa a realidade dos músicos brasileiros. 'Os músicos precisam se libertar. Hoje, todos estão nas mãos das gravadores e na dependência de verbas do governo', destaca o deputado, que é cantor e compositor. No currículo, Mão Branca sustenta que tem mais de 20 discos gravados e 500 composições. Para o parlamentar, ao abrir o diálogo o Congresso reconhece a importância dos músicos para as campanhas eleitorais. 'Nenhum deputado ou senador teria sido eleito se em algum momento de sua campanha não utilizasse música', diz Mão Branca.

Suplente do atual ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), Mão Branca assumiu mandato no ano passado causando uma grande confusão. O deputado usa diariamente um chapéu de couro. A Mesa Diretora da Câmara tentou forçá-lo a parar de utilizar o acessório no plenário e a briga foi parar no Supremo Tribunal Federal (SFT). A Suprema Corte, no entanto, deixou para o Congresso decidir. Após muita discussão, Mão Branca ainda permanece circulando com seu chapéu.

Da Agência Nordeste.

Por Emanoel Glicério |

2 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    o deputado está certo,defende a cultura nordestina,e se fosse um chapéu de caúboi tudo mundo aceitava,mas como é do feitio da atual câmara que é considerada a pior legislatura de todos os tempos,são um bando de hipócritas.meu caro mané do brog

  1. Anônimo disse...:

    No primeiro momento pensei que fosse o prefeito cantando na cadeia. kkkkkkkkk