Há algumas semanas, o pré-candidato a prefeito de Diadema pelo PSDB, o deputado estadual José Augusto da Silva Ramos, definiu a escolha do vice do PT, seu maior rival, como um casamento, na qual o pré-candidato ao Executivo, o deputado estadual Mário Reali seria o noivo e que só faltava escolher a noiva.


Com a definição ocorrida em torno do ex-prefeito Gilson Menezes (PSC) como vice do PT, anteontem, José Augusto voltou a citar o casamento no cenário político.
“A escolha pelo Gilson como noiva deixou muitas outras noivas frustradas. Nossa atuação será exatamente nesse campo”, explicou o tucano se referindo a uma parte de aliados do PT, que mantém a postura contrária à nomeação de Gilson.

Como justificativa, José Augusto explica que neste casamento do PT os papéis estão invertidos. “O correto seria o Gilson como candidato a prefeito, já que tem uma representatividade na cidade, enquanto o Mário não é conhecido e nem mora aqui. Fez mais coisas por Ribeirão Pires do que para Diadema”, ataca.

Sobre sua noiva, o tucano manteve mais uma vez segredo e diz que ainda é cedo para qualquer casamento. “Somente em junho ocorrem às convenções. Não é preciso antecipar nada agora”, diz. Do Diário do Grande ABC

Por Emanoel Glicério |

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