Amigo Marcelo Diógenes.

Estes invasores são, na realidade, verdadeiros estelionatários. Aqui em Campinas, em outras épocas, na gestão de um demente chamado Chico Amaral (prefeito), as invasões eram feitas quase que diariamente.

Eles invadem, constroem um barraco, com madeira ou alvenaria e, em seguida, passados alguns meses, vendem os lotes e invadem outro local. Meu amigo, não dê trégua para essas quadrilhas, sob pena de Santa Cruz tornar-se uma grande favela.

Como exemplo, aqui em Campinas houve uma invasão, naquela supracitada gestão, de pessoas vindas de outras cidade e outros Estados e, hoje, esta ocupação conta com mais de 10.000 habitantes, em um verdadeiro problema para a municipalidade, que tem que levar até eles: água, luz, posto médico, escolas, creches e outros serviços público.

Digo-lhe com ABSOLUTA CERTEZA, que nenhum invasor nasceu em Santa Cruz, ou aí reside. Esta situação vai piorar, e muito, quando o presídio começar a funcionar. Não sei de quem foi esta ridícula ideia de trazer para a nossa cidade um presídio. O que essa coisa atrai: meliantes, familiares deles, que querem residir perto do filho, do marido, do namorado, do pai, etc., e, com certeza, mais problemas de segurança, habitação, saúde e outros mais, sem contar com superlotação, fugas, rebeliões e outras mazelas.

Lembre-se que nos dias dos pais, das mães, natal e ano novo, acontecem as chamadas saidinhas dos “inocentes” detentos.

NÃO DÊ TRÉGUA.
UM GRANDE ABRAÇO.

Por Manoel Ramos
Advogado

Por Emanoel Glicério | Marcadores:

9 comentários:

  1. Anônimo disse...:

    É, parece que o nobre advogado que escreveu esse texto não aprendeu na faculdade que preconceito não só é anti ético como também é crime.
    Discriminar a família dos detentos como se eles fossem ratos imundos é uma atitude deplorável.
    Lembre-se nobre doutor que talvez sejam essas mesmas famílias que lhe dão o sustento, contratando-o para que resolva as questões jurídicas.
    E não tenha dúvida que os invasores devem ser retirados do local, mas lembre-se que eles continuam a serem seres humanos, merecem respeito.
    Aqui vai uma dica: Releia os livros sobre direitos humanos, respeite essas pessoas, isso não é uma favor de sua parte, isso é o cumprimento do dever constitucional.

  1. Anônimo disse...:

    muito bem senhor manoel ramos,santa cruz ja tem problemas demais para ter que solucionar os problemas trazidos por pessoas de outros municipios.

  1. Anônimo disse...:

    E o que é que o "nobre" manezinho sugere, um campo de concentração?

  1. Anônimo disse...:

    eita manoel voce deve ser um grande milionario deixa de ser besta que santa cuz 70a% foi de gente de outras cidades e tú quer esconde isto não vejo voce falar em moradia popular deixa de ser tão imbecil.

  1. Anônimo disse...:

    Parabéns pelo texto nobre Menoel, enfim algo valioso e produtivo nesse veículo dormente a assuntos que realmente importam a sociedade. Fico feliz quando que mesmo esporadicamente vejo um pensamento tão sensato!

  1. Anônimo disse...:

    sem tetos ou não, forasteiros ou não, que ocupam areas públicas ou privadas não são estelionatarios na linguagem do mundo juriridico.use o termo correto advogadosinho preconceituoso! sim, e qual o termo que se aplica ao sue tio augustinho rufino que quando prefeito dou os terrenos públicos aos seus capacho eleitores afurtunados ou não, de forilegal. fala aí seu dooutor$$$!!!

  1. Anônimo disse...:

    A Rota do Mar público e privado pra fazer campo de futebol e ganhar muito dinheiro. "Homem" vai comer titica de gato Telino!

  1. Anônimo disse...:

    A idéia de trazer o presídio foi de Dr. Zé Augusto Maia e a de autorizar as invasões de Dr. Antonio Figueiroa dos Teclados, vulgo TOIN RUIM.

  1. Anônimo disse...:

    Bem, não sei se é pra rir ou pra chorar, nas entrelinhas do texto encontro um homem preconceituoso, desinformado e incoerente, mas acredito que seja fruto da sua formação, nasceu e formou-se (direito) no período militar, filho de militar, irmão vítima da intolerância e advogado do diabo. De outra vez faça um pequeno favor a OAB omita sua inoperante e ínfima atuação. (Na época de sua formação não era exigido o exame da ordem dos advogados para o exercício da profissão)(Gaet)