A indústria de Pernambuco comemora os resultados de 2012. A economia deve crescer entre 3% e 3,5% em 2012, impulsionada pelo setor - principalmente o da construção civil, mas também já com impacto positivo do setor eletrometalmecânico, fortemente beneficiado com empreendimentos como o estaleiro e a refinaria.

Este crescimento, entretanto, ficará abaixo do que se esperava, mas o clima do empresariado, para 2013, é de otimismo. "O futuro próximo em Pernambuco está marcado por expectativas muito favoráveis, em virtude da implantação de novas cadeias produtivas no Estado que surgem com as chegada dos polos naval, de petróleo e gás e automotivo", diz o presidente da FIEPE, Jorge Côrte Real. Ele destaca, ainda, a expectativa quanto ao aumento da interiorização do parque industrial, já iniciada com a chegada de empresas como a Sadia e a Perdigão. 

Côrte Real alerta, porém, que em um ambiente globalizado - em que ronda o temor da crise internacional - o Brasil precisa garantir competitividade às suas empresas. Nesse sentido, aponta como fundamentais reformas da legislação trabalhista, a fiscal, e investimentos maciços em educação, qualificação e inovação.

"O Sistema FIEPE tem atuado nesses frentes, capacitando trabalhadores, preparando as indústrias locais para esse novo momento e implementando projetos de inovação, mas o Governo precisa fazer a sua parte", completa o presidente da FIEPE.

Por Emanoel Glicério | Marcadores: , ,

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