O chefe de gabinete do prefeito, Carlos Lisboa, ressaltou a importância dos presentes na conferência e fez uma explanação sobre os avanços e problemas na oferta de saúde pelo SUS no município, estados e União. Lisboa destacou a questão da Emenda 29, que aumenta o percentual mínimo de investimento em saúde. A emenda foi aprovada pelo Senado em 2008, mas não teve sua votação concluída por falta de acordo entre os líderes das bancadas.

A expectativa da votação, que pode acontecer no mês de agosto, é que os investimentos federais em saúde passem dos 7% atuais para 10%. Já os estados, que destinam 12% dos recursos, e os municípios (15%) continuariam com esses mesmos percentuais, mas não poderiam considerar como despesas com saúde os planos de previdência dos servidores. Especialistas estimam que após essas reformas o montante de investimento geral em saúde no país passaria de 65 para 100 bilhões.

Por Emanoel Glicério | Marcadores: , ,

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