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Rui Medeiros (PTB) descartou em entrevista ao Direto ao Ponto que esteja de olho na cadeira de Ernesto Maia (PSL) na câmara de vereadores e que só entrou com a ação de infidelidade partidária no TSE para que o tribunal tenha conhecimento de que ele é o primeiro da fila em caso de algum vereador Taboquinha deixar o legislativo municipal.

“Apenas comuniquei ao TSE, para que fique bem claro que sou ciente, que eu sou o primeiro suplente da coligação que disputou a eleição em 2012” afirmou.


Ainda de acordo com Rui todos os seus passos foram feitos em comum acordo com o grupo Taboquinha. Para o ex-vereador a única hipótese de assumir o lugar de Ernesto é se o Buda for eleito deputado estadual.

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Apesar de aliados Rui quer mandato de Ernesto

O ex-vereador Rui Medeiros (PTB), atual 1º suplente da coligação Frente Trabalhista, entrou com uma ação no TSE solicitando o mandato do vereador Ernesto Maia (PSL). Rui alega a infidelidade partidária de Ernesto como o motivo para a cassação do mandato, com isso Rui assumiria a vaga na câmara de vereadores.

A informação pegou de surpresa o mundo político da Capital da Sulanca, já que os dois nomes são aliados e Rui já tinha declarado seu voto pessoal a Ernesto Maia.

Em contato com o Diário da Sulanca Ernesto se mostrou surpreso, mas afirmou que ainda não sabe os motivos que levaram Rui Medeiros a tomar essa decisão.

O blog tentou entrar em contato com Rui Medeiros, mas não obteve resultados.

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O ex-vereador Rui Medeiros (PTB) sinalizou e entrevista ao Diário da Sulanca / Rádio Vale que a sua dupla para 2014 será Diogo Moraes (Federal) e Ernesto Maia (Estadual).

Ao ser questionado sobre os dois nomes o ex-vereador foi taxativo:

“Diogo tem tudo para conseguir uma vaga no congresso nacional. Ernesto será o estadual do grupo Taboquinha” afirmou.

Rui também falou sobre a possibilidade do Grupo Taboquinhas lançar dois nomes para estadual.

“Não vale a pena colocar dois nomes, o nome de um ou de outro sem unir o grupo. Temos que ter união” afirmou.

Dimas Dantas

Ao ser questionando sobre seu ex-aliado Dimas Dantas o ex-vereador não escondeu sua magoa e decepção com fatos que envolveram os dois políticos no período em que eles dividiram o comando da câmara de vereadores.

“O tempo vai mostrar quem é quem, mas no caminho que eu estiver neste mundo ele não estará. Eu vou por um caminho e ele por outro” desabafou.

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Em entrevista ao Diário da Sulanca o ex-Secretário de Meio Ambiente e Agricultura, Rui Medeiros, fala sobre sua passagem pela pasta, os investimentos que aconteceram em vários setores e a falta de compromisso de alguns membros do governo municipal. Rui comentou de forma rápida a ida da sua inimiga política Zilda Moraes para o grupo Taboquinha e afirmou que a decisão de escolha do candidato do grupo está nas mãos de José Augusto.

Confira:

Diário da Sulanca - Seu nome sempre foi associado à área de segurança, e o prefeito acabou convidando-o para assumir a Secretaria de Agricultura. Como o seu nome foi aceito entre agricultores e ambientalistas?

Rui Medeiros – “Apesar de o meu nome ter ligação direta com a Segurança, em particular o trabalho de combate a criminalidade no Distrito de São Domingos, e região, com êxito para população, já me dedicava aos trabalhos com o meio ambiente, possivelmente foi uma opção do prefeito Toinho do Pará em me convidar para assumir a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente no seu Governo. Quanto à aceitação da minha atuação a frente da secretaria e com os ambientalistas os primeiros meses comprovaram minha interação e acertos neste novo trabalho”

Diário - Inicialmente que mudanças estruturais foram implantadas na secretaria, já que ela não dispunha nem de sede própria?

Rui – “Em 03.01.12, chegando à Secretaria, encontrei aquela estrutura precisando de reformas, passamos a sede para prédio próprio. Com apoio do prefeito, conseguimos melhorar o mobiliário, locação da ADAGRO, CONDEMA, e CMDRS para a sede, aquisição de computadores, impressoras, implantação do site da Serra do Pará, e SAMA, mini auditório, mini laboratório, para o combate a brucelose, geladeira para depósito de vacinas, compra de vacinas para campanha contra febre aftosa, ar condicionados, compra de geladeira, fogão e bebedouro, compra de medicamentos veterinários, contratação de um médico veterinário para atendimento ao homem do campo, regularização dos assentamentos e associações, educação ambiental nas escolas, parceria com a câmara de vereadores, Secretaria de Educação e Infra-estrutura, IPA (projeto terra pronta, e distribuição de sementes) Pró Rural, Banco do Nordeste (Crédito amigo), SENAR (cursos técnicos para a agricultura familiar)”

Diário - Qual a sua avaliação sobre a política de preservação de áreas naturais como a Serra do Pará e trechos ainda limpos do Rio Capibaribe na atual gestão?

Rui – “Nós que abraçamos as causas do meio ambiente em nossa cidade, e com a política do meio ambiente que não dá votos encontramos as barreiras justamente na consciência dos políticos de nossa terra, pois não valorizam e nem procuram preservar as áreas publicas e as riquezas naturais, tais como a mata ciliar do Rio Capibaribe e a Serra do Pará (patrimônio arqueológico e turístico)”

Diário - Qual foi o maior desafio nesses três anos a frente da secretaria? O que faltou ser realizado?

Rui – “Os maiores desafios foram à construção do novo Matadouro Público, e do Açougue Público com sua transferência para o Centro de Abastecimento na Av. Bela Vista, faltando uma política pública, a procura de verbas para este empreendimento”

Diário - Com a urbanização cada vez mais constante, qual o futuro da agricultura no município? Existe algum projeto para incentivar a agricultura familiar?

Rui – “Santa Cruz é uma cidade atípica a agricultura, um pouco de avicultura, bovinocultura, caprino cultura, e o mais tudo se importa, o clima é o grade inimigo, e o que falta é seriedade a combater a epidemia da seca. Projetos da construção da barragem do açude do pátio represando o riacho do Pará, este é o projeto para a agricultura familiar”

Diário - A Sementeira é uma luta que o senhor iniciou ainda quando era vereador, como ela se encontra hoje? O que falta para chegar ao que o senhor almeja?

Rui – “Foi um marco para abertura com a agricultura, através de José Augusto Maia da sua indicação para a implantação no terreno em frente à COMPESA, onde era um lixão, com a parceria com a Câmara de Vereadores, (Presidente Dimas Dantas), arregacei as mangas e implantamos a Sementeira Pública. conseguindo as sementes através de coletas, e doações, implantamos também a micro aspersão, transformando em pouco tempo uma mini- floresta, com distribuição de mudas de plantas de sombra e frutíferas para população. E o que falta é tão somente ter a oportunidade de dar andamento a este projeto”

Diário - O senhor chegou a receber duras críticas sobre o estado de conversação do Parque Florestal e da forma como animais em cativeiro são tratados. O que realmente acontece com o parque?

Rui – “Fácil criticar, dediquei parte do meu tempo, para trazer de volta a confiança dos visitantes para o Parque, principalmente os idosos e as crianças. Com o Governo Toinho do Pará, plantamos mais árvores (nativas, frutíferas, de jardim), melhoramento na iluminação, na segurança, limpeza, e implantação do mini-zoo. Quanto aos animais em cativeiro, tivemos a visita de uma funcionária do IBAMA na questão dos pássaros nativos, e a orientação era o que estava sendo feito no dia a dia (alimentação e limpeza). Infelizmente estamos em uma cidade tipicamente política, e alguns não fazem a sua parte. Todos os domingos eu estava lá no parque trabalhando e mostrando a solução”

Diário - No matadouro obtivemos alguns avanços na infra-estrutura. Qual foi o investimento? Que melhorias ocorreram?

Rui – “O matadouro é uma herança maldita vindo de outras administrações. Local impróprio, falta de estação de tratamento para os efluentes. Nesta administração, foi feito um ajuste de conduta com o Ministério Público, uma firma foi contratada para fazer um projeto de uma estação de tratamento móvel, e conseguimos definitivamente não poluir os trechos do Rio Capibaribe próximo ao matadouro, inclusive, com auxílio da natureza, as margens do rio naquele local, está recuperando a sua flora, e não existe mais poluição naquele trecho”

Diário - Porque não houve o mesmo investimento no açougue público, que se tornou um caso de alerta para a saúde pública?

Rui - Foi uma decisão sábia por parte do prefeito Toinho do Pará, pois este investimento deverá ser feito no Centro de Abastecimento na Bela Vista, onde está construído o futuro açougue público, e o prédio atual, possivelmente será utilizado para o Espaço Cultural da cidade.

Diário - O senhor deixa a secretaria para disputar uma vaga de vereador. O seu sucessor vai encontrar a secretária melhor do que quando o senhor a recebeu?

Rui – “Sim totalmente saneada e bem estruturada, o trabalho é dar andamento ao que foi plantado”

Diário - Falando sobre a campanha política, como o senhor analisa a adesão da ex-vereadora Zilda Moraes (DEM) ao seu grupo?

Rui – “Seja bem vinda. O que vem somar será bem aproveitado”

Diário - O senhor se arrepende de ter sido a principal voz no processo de cassação da ex-vereadora Zilda Moraes, já que terá que subir no mesmo palanque com ela?

Rui – “Não existe arrependimento em fazer o que é correto, fiz parte de um colegiado, que decidiu naquela época sua cassação, quem reconhece seus erros é passivo de correção”

Diário - Qual sua opinião sobre o longo processo de escolha do candidato Taboquinha? O que está faltando para definir esse nome?

Rui – “José Augusto Maia é um ninja, logo virá à escolha para o grupo da vitória. O nome a definir é José Augusto Maia”

Diário - O que levou o prefeito Toinho do Pará a ter uma reprovação tão grande? Dentro do governo, nas reuniões entre os secretários existia essa preocupação em sair da um cenário de péssima avaliação ou esse assunto sequer era tratado?

Rui – “Toinho do Pará pecou por ter carregado na sua administração aquele coração vermelho da sua vitória, não divulgou suas obras, apesar de ter sido orientado, muitos se fizeram de amigos, mesmo com sua experiência política de clamar principalmente a união do grupo. Outros fizeram a sua parte. Eu, Rui Medeiros, fiz minha parte”

Diário - Quais serão suas bandeiras de campanha?

Rui – “Meio Ambiente, Espaços para lazer, segurança, saneamento básico, Infra-estrutura”

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O ex-vereador e atual Secretário de Agricultura da Capital da Sulanca, Rui Medeiros, foi contratado pelo Moda Center Santa Cruz para coordenar a Gerência de Operações do condomínio.

“Eu e Walmir já fizemos uma avaliação e estamos concluindo um relatório daquilo que precisa ser corrigido e melhorado no empreendimento. Nosso objetivo é fazer com que a segurança exista e trazer tranquilidade para os condôminos e clientes do Moda Center ”, afirmou Rui, que vai trabalhar ao lado do seu companheiro Walmir José.

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O ex-Secretário de Agricultura e Meio Ambiente da Capital da Sulanca criticou na manhã desta segunda-feira (11) a postura do governo municipal, que segundo ele está querendo “tomar” para si a usina de tratamento de leite da Cooperativa dos Produtores Rurais.

De acordo com Valdinho de Gaudêncio, o prefeito Toinho do Pará e o secretário Rui Medeiros já fizeram de tudo para assumir o controle da usina de beneficiamento de leite da cooperativa.

“Até a energia, que no governo anterior era pago em parceria com o governo municipal, foi cortada” afirmou Valdinho.

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O vereador Diogo Moraes (PSB), que concorre a uma vaga na ALEPE, inaugurou seu comitê na tarde deste domingo (01) com um grande exercito de aliados ao seu lado.

No palanque estavam os vereadores Dimas Dantas (PTB), Galego de Mourinha (PTB) e Fernando Aragão (PDT), os secretários municipais Fabiano Glicério (Infra-estrutura), Rui Medeiros (Agricultura) e Renato Botto (Adjunto da Saúde), o ex-prefeito Aragãozinho e o ex-deputado Oséas Moraes.

Da cúpula estadual estavam o prefeito de Caruaru, José Queiroz (PDT), o deputado federal Wolney Queiroz (PDT), Humberto Costa (PT) e o governador Eduardo Campos (PSB).

Em seu primeiro discurso oficial como candidato Diogo Moraes destacou os apoios do Pólo de Confecções, as ações do governo estadual e citou a retirada dos carros de fiscalização como a maior ação de Eduardo Campos na cidade.

“Muitos insistem em perguntar o que o governador Eduardo Campos fez por Santa Cruz. A maior obra de Eduardo foi tirar a fiscalização da porta do nosso trabalhador” afirmou Diogo.

Diogo ainda aproveitou para taxar Eduardo como o melhor governador da história de Pernambuco e pediu investimento na área da educação na Capital da Sulanca.

José Augusto

Ao citar o apoio ao ex-prefeito e candidato a deputado federal José Augusto (PTB) Diogo deixou uma leve alfinetada.

“Quero representar Santa Cruz como filho natural dessa terra, não é por vaidade. Nossos compromissos são assumidos e compridos, por isso vamos eleger também o nosso federal que é José Augusto” declarou Diogo.