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A deputada estadual Raquel Lyra (PSB), em entrevista na manhã desta terça-feira na Rádio JC News alertou para a falsa euforia com as supostas emancipações dos distritos.

De acordo com a deputada atualmente 80% dos municípios pernambucanos sobrevivem apenas dos repasses federais e a maioria das cidades está para quebrada.


De acordo com a deputada é necessário cautela na criação de novos municípios.

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O radialista Hildo Teixeira andou viajando na maionese ao apostar que a primeira-dama Alessandra Vieira (PSB) pode compor a chapa majoritária ao governo do estado nas próximas eleições.

De acordo com Hildo a primeira dama poderia compor a chapa com um nome da região metropolitana (Miltom Coelho/PSB, Mauricio Rands/PSB, Tadeu Alencar/PSB) ou com o representante do sertão, Fernando Bezerra Coelho (PSB).

“Se o nome for da região metropolitana o vice será do interior, e uma mulher sempre valoriza a chapa, e porque não Alessandra que vem ganhando destaque e é esposa do prefeito melhor avaliado do agreste?” questionou Hildo.

Sonho ou não, só o tempo vai dizer, mas parece que Hildo viajou demais.

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“Defenderei apoio ao PSB e à Marina Silva se não tivermos candidato próprio”, em entrevista ao Jornal da CBN, o senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) também disse que não tem nenhum entusiasmo para se candidatar à presidência.

Confira a entrevista: 

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A primeira-dama e secretária de Inclusão Social e Cidadania, Alessandra Vieira, fortalece cada dia mais seu nome para a disputa nas eleições de 2014. E o que antes era visto como ‘especulação’ da imprensa hoje fica provado que faz parte dos projetos do grupo de situação, que vem testando o nome de Alessandra.

No ultimo sábado, no apagar das luzes das filiações partidárias Alessandra trocou o PSDB pelo PSB e passou a ser uma opção da legenda socialista para as próximas eleições.

Em entrevista ao jornalista Geraldo Moura a secretária afirmou que está pronta para ajudar o partido e que pretende incentivar o ingresso de mais mulheres nas legendas que compõem a base de sustentação do governo municipal.

Confira a entrevista concedida ao jornalista Geraldo Moura:

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Nasceu uma aliança capaz de romper a polarização PT-PSDB nas disputas pela Presidência da República. Tucanos e petistas duelam pelo Palácio do Planalto desde 1994.

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), marcou um golaço político ao oferecer à ex-senadora Marina Silva a possibilidade de se filiar ao seu partido, deixando em aberto a possibilidade de ela concorrer como vice dele ou até de apoiá-la para a cabeça da chapa. Deu um nó político na presidente Dilma Rousseff (PT) e no senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Para quem dizia que não tinha “plano B”, Marina mesclou ousadia e pragmatismo ao aceitar a entrada no PSB. Como eventual vice de Campos, seria forte cabo eleitoral e poderia ir construindo a sua Rede. Como candidata a presidente, teria uma aliança poderosa para fazer frente ao PT e PSDB.

Por ora, não aconteceu a candidatura presidencial de Campos. Mas, agora, ela pode vir a acontecer. O governador de Pernambuco tem a simpatia do empresariado que anda contrariado com Dilma. O problema é a baixa intenção de voto nas pesquisas.

Se Marina transferir parte do seu cacife para Campos, será o suficiente para torná-lo competitivo a ponto de enfrentar Aécio com risco para o tucano.

No programa da Rede, está a proposta de acabar com a reeleição. Ontem, essa condição era lembrada por aliados de Marina como necessária para um apoio dela a um nome da oposição. Campos prometeu entregar a mercadoria.

Por último, Lula esteve certo o tempo todo em relação à estratégia de evitar hostilizar Campos. O lance do governador de Pernambuco tem potencial para derrotar Dilma no ano que vem, apesar do desdém frequente nas avaliações do marqueteiro João Santana a respeito das chances da oposição em 2014.

Do Blog do Kennedy Alencar 

A primeira-dama e secretária de Inclusão Social e Cidadania, Alessandra Vieira, se filiou neste sábado (04) ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e passou a reforça o time socialista.


A filiação de Alessandra ao PSB só reforça ainda mais as especulações de uma candidatura da primeira-dama nas eleições do próximo ano. Nas redes sociais simpatizantes do grupo Boca Preta já tentam associar o nome de Alessandra ao de Diogo Moraes em uma dobradinha rumo a Assembléia Legislativa e a Câmara dos Deputados.  

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A nota que anunciou oficialmente a aliança entre a Rede de Marina Silva e o PSB de Eduardo Campos afirma que a convergência entre os programas foi construída para “superar velhos hábitos e vícios da política brasileira”.

Veja a íntegra do texto:

“Os partidos Rede Sustentabilidade e Partido Socialista Brasileiro decidiram neste sábado, 5 de outubro, formar uma coligação política e eleitoral em torno de um programa para a disputa das eleições de 2014.

Ambos os partidos reafirmam a legitimidade da integridade e da identidade partidária do outro.

Nas circunstâncias criadas por recente decisão da Justiça Eleitoral, o caminho para construir essa coalizão é a filiação democrática e transitória das lideranças e da militância da Rede ao PSB.  A filiação democrática e transitória é uma tradição brasileira nas situações em que correntes políticas são impedidas de se organizar formalmente e de participar com sua própria legenda dos processos políticos e eleitorais.

O objetivo central da aliança entre o PSB e a Rede é aprofundar a democracia e construir as bases para um ciclo duradouro de desenvolvimento sustentável, os dois pilares da verdadeira soberania nacional.

A luta da sociedade brasileira tem alcançado importantes conquistas nas últimas décadas: a redemocratização, a estabilidade econômica, a redução das desigualdades sociais. A única forma de manter e aprofundar essas conquistas é avançar. Por isso estamos unindo forças para apresentar uma alternativa ao Brasil.

A convergência programática entre a Rede e o PSB, que será desdobrada num calendário apropriado, é uma contribuição para superar velhos hábitos e vícios da política brasileira. Chegou a hora de a política ser colocada a serviço da sociedade e de o Estado ser finalmente comandado pelo povo brasileiro.

O ato político de hoje é o início de um processo. A aliança entre PSB e Rede será construída de baixo para cima nas escolas, locais de trabalho, municípios, Estados, no diálogo permanente e democrático com as organizações da sociedade.

Esse é o nosso compromisso.”

O goleiro Magrão, do Sport, foi recebido nesta quarta-feira (02) pelo governador Eduardo Campos (PSB), na sede provisória do governo, no Centro de Convenções de Pernambuco. Sem nenhum alarde, o jogador de 36 anos se filiou ao PSB e pode disputar mandato de deputado federal no ano que vem.

O jogador havia sido anunciado como um reforço pelo PSL, partido comandado por Luciano Bivar, homem forte do Sport, mas acabou ingressando no partido do governador.

Magrão chegou a ser citado como um possível parceiro de Ernesto Maia, em uma dobradinha de olho em vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa.  

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O Partido Socialista Brasileiro, que desembarcou da aliança governista recentemente, aproveitou a propaganda partidária exibida nesta terça-feira (01) para mandar um recado direto ao PT.

A propaganda de 30 segundos destacou os prêmios que Eduardo Campos recebeu da ONU e a sua boa avaliação junto ao eleitorado pernambucano, além de mandar um recado para o PT.

O PSB provocou com a frase "Faz mais, faz diferente, faz bem feito" em comparação a gestão petista.

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Eduardo quer Fleixo no seu palanque 
O governador Eduardo Campos (PSB) continua montando palanques país afora e começou um namoro com o PSOL para lançar o deputado estadual Marcelo Fleixo como candidato ao senado.

Para governador o PSB apoiaria o deputado federal Miro Teixeira (PDT) e ficaria com a vaga de vice, que seria ocupada pelo ex-ministro José Gomes Temporão.

No Rio Eduardo Campos perdeu o apoio de Romário, que deixou o PSB e procura outra legenda.

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