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O senador Armando Monteiro teve um encontro de mais de duas horas com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sede do Instituto Lula, em São Paulo, nesta quinta-feira (07). Segundo Armando, a conversa com Lula foi muito produtiva e girou em torno da conjuntura política do País, das questões do Congresso Nacional e, evidentemente, do cenário político no Nordeste e em Pernambuco.

Armando destaca, sobretudo, a disposição e a animação de Lula para participar do processo eleitoral: “O presidente Lula mostrou estar muito atento ao quadro de Pernambuco, muito bem informado sobre o quadro, e manifesta uma posição clara de que estará participando ativamente do processo eleitoral, que vai estar firmemente engajado na eleição nacional e na eleição em Pernambuco”, afirmou.


A passagem de Armando por São Paulo também foi marcada por outro compromisso de peso. Antes do encontro com Lula, o senador participou de um almoço com o presidente do Banco Itaú, Roberto Setúbal, onde falou sobre conjuntura econômica, perspectivas do País e a visão da agenda legislativa. O convite para o almoço com o senador pernambucano partiu de Roberto Setúbal.

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As eleições para presidente da República serão em realizadas em 2014, mas se o pleito fosse hoje, 40% dos eleitores afirmam não saber em quem votariam, enquanto 16% apontam o nome de Dilma Rousseff para o cargo. Os dados são da pesquisa do IBOPE Inteligência, realizada de 11 a 14 de julho, com 2002 eleitores, em 140 municípios do país. 

Ainda de acordo com a pergunta espontânea, na qual não são apresentados nomes de possíveis candidatos aos entrevistados, o ex-presidente Lula recebe 12% das menções. 

Na sequência, aparecem Aécio Neves, com 5% das intenções de voto, e Marina Silva, com 4%. Depois surgem os nomes de José Serra e Joaquim Barbosa, ambos com 3% das menções. Eduardo Campos e Geraldo Alckmin somam 1% das intenções de voto cada um. Intenções de voto em branco e nulo somam 13%.

Pesquisa estimulada

O IBOPE Inteligência também pesquisou a opinião do eleitor com cenários pré-estabelecidos, com perguntas estimuladas, ou seja, que apresentam os nomes dos possíveis candidatos a Presidente.

No primeiro cenário, Dilma Rousseff recebe 30% das intenções de voto na disputa com Marina Silva (22%), Aécio Neves (13%) e Eduardo Campos (5%). Com estes candidatos no pleito, intenções de votar em branco e de anular o voto somam 18% e não sabem ou não responderam, 12%.

No segundo cenário, Lula recebe 41% das menções de voto, enquanto Marina Silva apresenta 18%, Aécio Neves tem 12% e Eduardo Campos, 3%. Neste cenário, 16% dos eleitores afirmam intenção de votar em branco ou nulo e 10% não sabem ou não responderam.

Em um terceiro cenário, Dilma Rousseff apresenta 29% das menções de voto ante Marina Silva (21%), Aécio Neves (12%), Joaquim Barbosa (6%) e Eduardo Campos (5%). Neste contexto, eleitores que declaram intenção de votar em branco ou anular totalizam 15% e não sabem ou não responderam, 11%.

No quarto cenário, Lula tem 39% das intenções de voto, enquanto Marina Silva recebe 17% das menções, Aécio Neves apresenta 12%, Joaquim Barbosa, 6% e Eduardo Campos, 3%. Intenções de voto em  branco ou nulo somam 13% e não sabem ou não responderam 10%.

Sobre a pesquisa


O IBOPE Inteligência ouviu 2002 eleitores, em 140 municípios do país, entre os dias 11 e 14 de julho de 2013. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Eduardo Campos lembrou a Lula que o processo eleitoral de 2014 começa agora em setembro, quando se esgota o prazo para mudança de partido. 
Aí então, Campos já saberá onde terá palanques para as eleições presidenciais. Se tiver um número mínimo de dez estados, ele se sentirá confortável para definir sua candidatura. Mas só a anunciará em janeiro, no Congresso do PSB. 


Sem rodeios, mas com elegância, o governador acusou o ex-presidente de ter antecipado em um ano o debate sucessório quando lançou a reeleição da Dilma. 

“Você sabe por que eu fiz isso. Foi para conter o movimento interno do "Volta, Lula" no momento em que a Dilma estava bem nas pesquisas. Mas, agora, com a queda de popularidade, o movimento cresceu.”

Mesmo percebendo que a conversa caminhava para a reafirmação do apoio a Dilma, Campos exorcizou: 

“É tiro no pé, atestado de incompetência política. Sua candidatura já nasceria com esse fardo, presidente.”

Sem saída

O governador, em dialeto pernambucano, falou ao conterrâneo do "desmantelo" que provocaria uma suposta desistência sua. 

Com outras palavras, disse que, se a Dilma for para o segundo turno, o PT vai precisar dele. Se for ele para o segundo, o PT vai precisar dele ainda mais, para preservação e aperfeiçoamento do projeto de governo do campo progressista a que pertencem os dois partidos.

Da coluna Nhenhenhém do jornalista Jorge Bastos Moreno
Jornal O Globo

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O vereador Dida de Nan (PSDB) rejeitou o gabinete de número 13 no primeiro andar da câmara de vereadores. A rejeição foi pelo simples fato do gabinete ter o número do Partido dos Trabalhadores, liderado pelo ex-presidente Lula e por vários políticos condenados no esquema do mensalão. Com a recusa Dida acabou ficando com o gabinete 16 e o gabinete 13 foi repassado para o estreante Ronaldo Pacas (PSDC).

O corredor de gabinetes no primeiro andar da câmara de vereadores foi batizado com o nome de João Deodato, tradicional político da Capital da Sulanca.


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A presidente Dilma Rousseff (PT) foi recebida como uma surpresa quando o ex-presidente Lula a escolheu como candidata em 2010, muitos não acreditavam que o ex-presidente, mesmo com toda a sua força política seria capaz de eleger um ‘poste’ para ocupar a sua cadeira. Lula não só conseguiu como colocou no Palácio do Planalto um nome forte, de pulso, e ao que tudo indica, com vida própria.

Em recente pesquisa IBOPE a presidente foi mais lembrada do que o seu criador pelos eleitores que opinaram sobre as eleições de 2014. Dilma foi mencionada espontaneamente por 26% dos eleitores, contra 19% que citaram Lula como opção para o PT.

Dilma foi bem aceita entre os eleitores do nordeste, na classe C, em cidades com menos de 100 mil habitantes e entre os jovens com escolaridade entre a 5ª e a 8ª série. Já o ex-presidente lidera entre os mais velhos e pobres.

Oposição

Entre os nomes de oposição o mais lembrado foi o ex-governador José Serra (PSDB) com apenas 4%, contra 3% do senador mineiro Aécio Neves (PSDB). Marina Silva (Sem partido) ficou com 2% e Eduardo Campos (PSB) não foi incluído na lista dos pesquisados.

“Não foi desta vez que o presidenciável Eduardo Campos (PSB) participou da pesquisa como potencial candidato. Uma pena, pois ela poderia servir como seu piso no futuro” afirmou o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, em seu blog pessoal.

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Na política, como no futebol, os times fortes criam torcidas fortes. A força das torcidas cresce na proporção direta da capacidade do time de vencer e gerar felicidade. Sob Dilma Rousseff, o Planalto emite sinais de que deseja dissociar Brasília da lógica dos gramados.

No comando da maior base congressual já vista desde a redemocratização do país, em 1985, Dilma protagoniza gestos que levam à desagregação do seu arcaico conglomerado de apoiadores (14 partidos). Arrisca-se a tomar gols contra no Legislativo. Mas avalia que sua nova tática fará vibrar as arquibancadas.

Ao tentar enquadrar seu time, dosando a tradicional contrapartida de cargos, verbas e prestígio político, Dilma produziu um paradoxo: a despeito dos altos índices que ostenta nas pesquisas, deixou de ser vista por de seus próprios “aliados” como primeira opção para a sucessão presidencial de 2014.

Parte do condomínio governista busca, desde logo, uma alternativa. Governador de Pernambuco e presidente do PSB federal, Eduardo Campos move-se nos subterrâneos para tornar-se a opção. Uma opção extraída de dentro do bloco partidário que, organizado por Lula, agrupou-se ao redor de Dilma.

A movimentação de Eduardo, por intensa, chama a atenção de lideranças governistas e oposicionistas. Desperta simpatias surpreendentes. Por exemplo: presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso transborda de elogios ao governador pernambucano.

No início da semana, em conversa com um político que o visitou em São Paulo, FHC enalteceu a capacidade de articulação política de Eduardo. Enxerga nele um fulgor próprio dos obcecados. Vê resplandecer no mandachuva do PSB um viço de candidato que acredita faltar a Aécio Neves, o presidenciável “óbvio” do PSDB.

Dez dias antes, em diálogo com outro político com quem dividiu suas análises, FHC ultrapassara as fronteiras do mero elogio. Dissera que, dependendo das circunstâncias, Eduardo Campos pode tornar-se uma opção também para as forças políticas que se opõem ao projeto de poder longevo representado pelo PT.

FHC surpreendeu o interlocutor ao admitir entre quatro paredes algo que tão cedo não dirá em público: acha que, como conjectura, não se pode descartar liminarmente a hipótese de composição de uma chapa que tenha Eduardo na cabeça e Aécio na posição de vice.

Por razões diversas, o pedaço da coligação governista que começa a vislumbrar em Dilma um empecilho aos seus interesses também observa Eduardo com outros olhos. Os elogios ao governador tornaram-se comuns nos lábios de caciques da política. Entre eles dois figurões do PMDB: José Sarney e Renan Calheiros.

Eduardo Campos já coleciona adeptos mesmo no grupo mais próximo do vice-presidente da República Michel Temer, hoje o principal símbolo da parceria que fez o governismo do PMDB mudar de status –de mero apoiador, condição que ostentava sob Lula, passou a sócio do PT na gestão Dilma.

Ouvido pelo blog, o partidário de Temer que se achega a Eduardo disse que Dilma passou a jogar na divisão do PMDB. Segundo suas palavras, a presidente está transformando o partido “num mundo de ninguém”. Desidrata o poder do vice e conspurca a unidade que se havia formado em torno dele.

Com isso, nacos do PMDB distanciam-se da tese segundo a qual o que mais convém à legenda é reeditar em 2014 a chapa Dilma-Temer. Passa-se a considerar o “casamento” como um divórcio esperando o melhor momento para acontecer. Algo para meados de 2013.

Suponha que uma eventual dissidência some 30 ou 40 pessoas, especula o pemedebê descontente. Teria o tamanho de um partido de porte médio, ele conclui. Acha que não é um movimento que possa ser ignorado. Trata a potencial defecção quase como um dado da realidade. “A Dilma é o que é, não vai mudar”, diz.

As articulações desencadeadas pelas mágoas que Dilma ateou à sua volta espantam pela precocidade. A sucessão de 2014 não é senão um ponto longínquo na folhinha. Mas os caçadores de alternativa preferem o planejamento à surpresa.

São duas as principais condicionantes do cenário: o comportamento dos indicadores da economia e a disposição física de Lula. Quem aposta no infortúnio de Dilma escora o êxito da empreitada na corrosão do PIB, submetido aos efeitos da crise internacional, e na ausência de ânimo do Lula pós-câncer.

Aécio Neves já declarou que se dispõe à medir forças com Dilma ou com Lula. Eduardo Campos, avaliam todos, não ousaria confrontar-se com Lula. Devota-lhe amizade. De resto, tem com ele uma dívida de gratidão. Deve a popularidade do seu governo às verbas federais que Lula despejou em Pernambuco.

O mesmo não ocorre em relação a Dilma. Longe dos refletores, Eduardo diz que não deve nada à sucessora de Lula. Ao contrário. Considera-se credor de Dilma. Retirou do caminho dela, na campanha de 2010, a candidatura presidencial de Ciro Gomes (PSB-CE).

Sob Dilma, queixa-se esse Eduardo dos diálogos privados, Brasília sorri mais para a Bahia do petista Jaques Wagner do que para Pernambuco. Quem o escuta fica com a impressão de que, com uma conjuntura favorável, não hesitaria em testar seu projeto presidencial já em 2014, contra Dilma e o PT.

Um deputado federal do partido de Eduardo enxerga na cena envenenada de Brasília uma formação prematura de alianças. Vê o PDT de Carlos Lupi e o PP de Francisco Dornelles próximos de Aécio. Enxerga o PCdoB, o PSD e o PTB em pleno flerte com Eduardo.

Esse tipo de conchavo vale pelo peso que tem na definição do tempo de tevê de cada contendor. No momento, Eduardo Campos acende velas defronte do altar do TSE. Roga aos céus para que a Justiça Eleitoral conceda ao recém-nascido PSD o tempo de tevê reivindicado pela turma de Gilberto Kassab. Atendido em suas preces, o governador pernambucano ficaria mais próximo de uma candidatura.

Do Blog do Josias Souza

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Pesquisas de consumo interno que vem sendo encomendadas pelos dois grupos políticos da cidade trazem um dado curioso: existem três políticos locais que são mais admirados do que o ex-presidente Lula (PT).

José Augusto (PTB) e Edson Vieira (PSDB), nessa ordem são os políticos mais admirados da cidade, e isso é natural já que são os dois principais lideres dos grupos Taboquinha e Boca Preta, o curioso é o nome de Zezin Buxin (PSDB) aparecer à frente do ex-presidente.

Zezin vem ganhando terreno e se tornando a segunda maior liderança do grupo Boca Preta, e ao mesmo tempo em que seu nome crescer nas pesquisas, maior ainda é a pressão para que o vereador possa assumir a vaga de vice-prefeito na chapa encabeçada por Edson Vieira.

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O Instituto Lula informou na tarde desta quarta (16) que a ex-primeira-dama Marisa Letícia raspou a barba e cortou o cabelo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que faz tratamento contra um câncer na laringe.

Com a decisão de raspar barba e cabelo, Lula se antecipou aos efeitos da quimioterapia, que provoca a queda de pelos. O ex-presidente cultivava a barba, que se tornou uma marca pessoal, desde quando era sindicalista, nos anos 1970.

Do G1

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O socialista Diogo Moraes destacou o encontro com o ex-presidente Lula recentemente no Recife, quando Lula foi homenageado por três universidades pernambucanas.

O jovem deputado afirmou que o ex-presidente não escondeu seu carinho pelo estado natal, e mesmo longe do poder se mostrou Lula se colocou a disposição para lutar pelo estado e pela população pernambucana.

Mas um dos primeiros desafios de Lula em Pernambuco é tentar solucionar a briga dos Joões petistas.  O ex-presidente propôs levar o João mais poderoso (João Paulo) para o PSB de Diogo Moraes.

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Em um almoço que acontece hoje no Recife em homenagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o deputado federal José Augusto Maia (PTB) tentará convidar mais uma vez Lula para uma visita ao Moda Center Santa Cruz.

“Aproveitarei a oportunidade para convidar o ex-presidente Lula para conhecer o Moda Center, em minha terra natal, Santa Cruz do Capibaribe” afirmou Zé no seu perfil do Twitter.

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