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SANFONA CALADA

José Romildo, Dominguinhos e Rodrigues Lima


Hoje eu deixei a sanfona chorando, Pedindo socorro, e se lamentando, Sofrendo a dor da separação.
Sentindo-se triste com o ar de saudade. Seu acorde dolente era infelicidade Profunda demais pro seu coração.
Os baixos calados não davam um pio. Seu fole inerte era um desafio, Ao estado completo de desilusão.
Sanfona calada se aquieta num canto Curta sua tristeza, derrame seu pranto, Não tire jamais seu olhar desse chão.
Sanfona calada não toca um choro, Não tocar um baião é um desaforo, E deixa mais triste o nosso Sertão.
Sanfona calada não tem outro jeito, Não esqueça seu dono, não esqueça meu peito, Não esqueça que eu fui sua grande paixão.
Rodrigues Lima São Paulo - 24/07/2013 Para Dominguinhos.


Homenagem da G2 Comunicação

Homenagem da vereadora Jéssyca Cavalcanti 


Homenagem do deputado Diogo Moraes

Por Emanoel Glicério | Marcadores: , , ,

O domingo é dele, do herdeiro de Luiz Gonzaga, que leva no nome o dia do seu aniversário de 71 anos.

Dominguinhos nasceu para assumir o lugar do maior nome da música nordestina, aprendeu com o Rei do Baião e não fez feio ao receber a coroa de Gonzagão.

Os anos, as dificuldades naturais da vida, que começam a castigar o rei como passar dos tempos podem até ter enfraquecido o herdeiro de Gonzaga, mas nunca tiraram dele a majestade de quem aprender a embalar os forrós de um povo guerreiro e lutador.

Dominguinhos é a cara de um povo que sempre souber buscar alegria mesmo nos momentos mais difíceis.

Parabéns ao nosso Rei, herdeiro do trono de Gonzagão...

Por Emanoel Glicério | Marcadores: , , , ,