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O senador Armando
Monteiro participou de uma reunião com a presidente Dilma Rousseff e um grupo
de parlamentares da base aliada, no Palácio da Alvorada, para tratar da
conjuntura política e econômica do país e das ações do Governo Federal nas mais
diversas áreas.
Armando deixou a
reunião afirmando que a presidente mostrou muita confiança sobre os rumos do
País. Segundo ele, Dilma discorreu sobre projetos importantes e sobre as
concessões, cujos leilões se realizaram e estão em vias de acontecer. Ainda
segundo Armando, a presidente mostrou otimismo, por exemplo, quanto ao êxito da
concessão do trecho da BR-163, em Mato Grosso. Sete grupos vão disputar o
leilão, que acontece nesta quarta-feira (27) na BM&FBovespa, em São Paulo.
Armando relatou que
Dilma também falou sobre a conjuntura política no País e em Pernambuco. “Nós
também conversamos com ela (Dilma) sobre o processo político de Pernambuco, mas
o tema dominante, até porque tinham parlamentares de outros estados, foi
exatamente uma manifestação da presidente, muito segura e muito completa, sobre
os rumos do País”, destacou Armando.
Com relação a
Pernambuco, a presidente mostrou-se muito atenta à conjuntura política e disse
ter ficado satisfeita com o desfecho do Processo de Eleições Diretas (PED) do
PT no Estado.
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Por Emanoel Glicério |
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O deputado José
Augusto Maia (PROS) afirmou que não concorda com o veto da presidente Dilma
Rousseff (PT) ao projeto das emancipações, mas alegou que continuará na base de
apoio do governo federal.
De acordo com o
deputado o governo federal tem ações importantes para o país, investiu muito em
Pernambuco e merece o seu apoio.
Com relação ao
projeto das emancipações Maia se disse decepcionado, mas alegou que vai tentar
derrubar o veto junto aos colegas congressistas.
Confira trechos da
entrevista:
Apesar de ser da base
aliada do governo Dilma o deputado federal José Augusto Maia (PROS) lamentou o
veto as emancipações, e disse na concordar com a posição do governo federal.
De acordo com o
deputado José augusto a presidente Dilma Rousseff e o presidente de senado,
Renan Calheiros (PMDB), tiveram medo na mídia nacional que, segundo ele, se
posicionou contra o projeto das emancipações.
Apesar do veto de
Dilma Rousseff (PT) o deputado federal José Augusto Maia afirmou que continuará
na base aliada e que o governo Dilma tem muitos méritos para merecer seu apoio.
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Texto havia sido aprovado no Senado em outubro.
No veto, Dilma alegou que a proposta traria excesso de gastos.
A presidente Dilma Rousseff vetou integralmente o projeto
aprovado pelo Senado Federal em outubro que permitia a criação de novos
municípios no país. A mensagem de veto da presidente foi publicada em edição
extra do "Diário Oficial da União" na noite desta quarta-feira (13).
O relator do projeto no Senado, senador Valdir Raupp
(PMDB-RO), calculava, quando houve a aprovação, que a proposta permitiria dar
início a processos de emancipação – e transformação em município – de pelo
menos 188 distritos.
Na mensagem de veto encaminhada ao Congresso, a presidente
Dilma Rousseff alegou que a criação dos municípios resultaria em aumento de
despesas que, na visão do governo, não seria acompanhado por um crescimento de
receitas equivalente.
"A medida permitirá a expansão expressiva do número
de municípios no País, resultando em aumento de despesas com a manutenção de
sua estrutura administrativa e representativa. Além disso, esse crescimento de
despesas não será acompanhado por receitas equivalentes, o que impactará
negativamente a sustentabilidade fiscal e a estabilidade macroeconômica. Por
fim,
haverá maior pulverização na repartição dos recursos do Fundo de Participação
dos Municípios - FPM, o que prejudicará principalmente os municípios menores e
com maiores dificuldades
financeiras", afirmou Dilma na mensagem.
Do G1
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Por Emanoel Glicério |
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Emancipações
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Pesquisa foi
divulgada nesta sexta pelo site de 'O Estado de S. Paulo'.
Levantamento ouviu 2.002 pessoas em 143 cidades entre os dias 15 e 19.
A aprovação do
governo da presidente Dilma Rousseff (PT) alcançou 38%, segundo pesquisa Ibope
realizada em parceria com "O Estado de S. Paulo" e concluída na
segunda-feira (19), segundo informou nesta sexta-feira (23) o site do jornal.
A pesquisa
entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 15 e 19 de agosto, em 143 municípios de
todas as regiões. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou
para menos.
O percentual de 38%
corresponde ao dos entrevistados que consideram o governo
"ótimo/bom". Antes, a aprovação do governo estava em 31%, de acordo
com uma pesquisa do instituto divulgada em 25 de julho.
De acordo com o site,
o percentual de entrevistados que avaliam o governo como "ruim" ou
"péssimo" caiu de 31% para 24% e o percentual de "regular"
permaneceu em 37% – 1% não souberam ou não quiseram responder.
Segundo o site do
jornal, a recuperação da aprovação do governo Dilma foi registrada
principalmente nos estados do Sul, onde a taxa de aprovação cresceu 12 pontos,
e no Sudeste, onde o aumento foi de 11 pontos.
O governo Dilma tem
uma avaliação 11 pontos maior no interior do que na capital: 30% das pessoas
nas capitais consideram o governo ótimo ou bom nas capitais contra 41% no
interior.
Aprovação pessoal
A pesquisa Ibope,
além de medir a aprovação ao governo como um todo, avaliou a opinião dos
brasileiros sobre a atuação pessoal de Dilma Rousseff. Nesse caso, houve uma
virada: por margem apertada, a maioria agora aprova a presidente.
Após levantamento
anterior mostrar que o indíce dos que desaprovavam Dilma ter superado os que
aprovam, em 49% contra 45%, agora pesquisa divulgada nesta sexta indica o
inverso. Agora, 52% estão satisfeitos com a presidente Dilma contra 43% de
insatisfeitos.
No Nordeste, 59%
aprovam a maneira como Dilma governa. No Sul, esse índice cai para 45%. A
aprovação é maior nas faixas de renda e escolaridade mais baixas.
Confiança
A taxa dos que dizem
confiar na presidente aumentou de 45% para 51%. Os que não confiam nela são
agora 44% contra 50% da pesquisa anterior.
Lula e FHC
Comparação com seu
antecessor mostra que Dilma tem taxas superiores às de Luiz Inácio Lula da
Silva após dois anos e oito meses de mandato. Em agosto de 2005, Lula era
aprovado por 45% dos eleitores, segundo pesquisa Ibope da época.
Já em comparação com
o tucano Fernando Henrique Cardoso, Dilma tem avaliação pouco inferior. Em
agosto de 1997, FHC era aprovado por 55%.
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Por Emanoel Glicério |
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Pesquisas
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As
eleições para presidente da República serão em realizadas em 2014, mas se o
pleito fosse hoje, 40% dos eleitores afirmam não saber em quem votariam,
enquanto 16% apontam o nome de Dilma Rousseff para o cargo. Os dados são da
pesquisa do IBOPE Inteligência, realizada de 11 a 14 de julho, com 2002
eleitores, em 140 municípios do país.
Ainda
de acordo com a pergunta espontânea, na qual não são apresentados nomes de
possíveis candidatos aos entrevistados, o ex-presidente Lula recebe 12% das
menções.
Na
sequência, aparecem Aécio Neves, com 5% das intenções de voto, e Marina Silva,
com 4%. Depois surgem os nomes de José Serra e Joaquim Barbosa, ambos com 3%
das menções. Eduardo Campos e Geraldo Alckmin somam 1% das intenções de voto
cada um. Intenções de voto em branco e nulo somam 13%.
Pesquisa estimulada
O
IBOPE Inteligência também pesquisou a opinião do eleitor com cenários
pré-estabelecidos, com perguntas estimuladas, ou seja, que apresentam os nomes
dos possíveis candidatos a Presidente.
No
primeiro cenário, Dilma Rousseff recebe 30% das intenções de voto na disputa
com Marina Silva (22%), Aécio Neves (13%) e Eduardo Campos (5%). Com estes
candidatos no pleito, intenções de votar em branco e de anular o voto somam 18%
e não sabem ou não responderam, 12%.
No
segundo cenário, Lula recebe 41% das menções de voto, enquanto Marina Silva
apresenta 18%, Aécio Neves tem 12% e Eduardo Campos, 3%. Neste cenário, 16% dos
eleitores afirmam intenção de votar em branco ou nulo e 10% não sabem ou não
responderam.
Em
um terceiro cenário, Dilma Rousseff apresenta 29% das menções de voto ante
Marina Silva (21%), Aécio Neves (12%), Joaquim Barbosa (6%) e Eduardo Campos
(5%). Neste contexto, eleitores que declaram intenção de votar em branco ou
anular totalizam 15% e não sabem ou não responderam, 11%.
No
quarto cenário, Lula tem 39% das intenções de voto, enquanto Marina Silva
recebe 17% das menções, Aécio Neves apresenta 12%, Joaquim Barbosa, 6% e
Eduardo Campos, 3%. Intenções de voto em branco ou nulo somam 13% e não sabem
ou não responderam 10%.
Sobre a pesquisa
O
IBOPE Inteligência ouviu 2002 eleitores, em 140 municípios do país, entre os
dias 11 e 14 de julho de 2013. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de
erro é de 2 pontos percentuais.
|
Por Emanoel Glicério |
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Eduardo Campos
lembrou a Lula que o processo eleitoral de 2014 começa agora em setembro,
quando se esgota o prazo para mudança de partido.
Aí então, Campos já saberá onde terá palanques para as eleições presidenciais.
Se tiver um número mínimo de dez estados, ele se sentirá confortável para
definir sua candidatura. Mas só a anunciará em janeiro, no Congresso do PSB.
Sem rodeios, mas com
elegância, o governador acusou o ex-presidente de ter antecipado em um ano o
debate sucessório quando lançou a reeleição da Dilma.
“Você sabe por que eu
fiz isso. Foi para conter o movimento interno do "Volta, Lula" no
momento em que a Dilma estava bem nas pesquisas. Mas, agora, com a queda de
popularidade, o movimento cresceu.”
Mesmo percebendo que
a conversa caminhava para a reafirmação do apoio a Dilma, Campos exorcizou:
“É tiro no pé,
atestado de incompetência política. Sua candidatura já nasceria com esse fardo,
presidente.”
Sem saída
O governador, em
dialeto pernambucano, falou ao conterrâneo do "desmantelo" que
provocaria uma suposta desistência sua.
Com outras palavras,
disse que, se a Dilma for para o segundo turno, o PT vai precisar dele. Se for
ele para o segundo, o PT vai precisar dele ainda mais, para preservação e
aperfeiçoamento do projeto de governo do campo progressista a que pertencem os
dois partidos.
Da coluna Nhenhenhém
do jornalista Jorge Bastos Moreno
Jornal O Globo
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A presidente Dilma
Rousseff (PT) foi recebida como uma surpresa quando o ex-presidente Lula a
escolheu como candidata em 2010, muitos não acreditavam que o ex-presidente,
mesmo com toda a sua força política seria capaz de eleger um ‘poste’ para
ocupar a sua cadeira. Lula não só conseguiu como colocou no Palácio do Planalto
um nome forte, de pulso, e ao que tudo indica, com vida própria.
Em recente pesquisa
IBOPE a presidente foi mais lembrada do que o seu criador pelos eleitores que
opinaram sobre as eleições de 2014. Dilma foi mencionada espontaneamente por
26% dos eleitores, contra 19% que citaram Lula como opção para o PT.
Dilma foi bem aceita
entre os eleitores do nordeste, na classe C, em cidades com menos de 100 mil
habitantes e entre os jovens com escolaridade entre a 5ª e a 8ª série. Já o
ex-presidente lidera entre os mais velhos e pobres.
Oposição
Entre os nomes de
oposição o mais lembrado foi o ex-governador José Serra (PSDB) com apenas 4%,
contra 3% do senador mineiro Aécio Neves (PSDB). Marina Silva (Sem partido)
ficou com 2% e Eduardo Campos (PSB) não foi incluído na lista dos pesquisados.
“Não foi desta vez
que o presidenciável Eduardo Campos (PSB) participou da pesquisa como potencial
candidato. Uma pena, pois ela poderia servir como seu piso no futuro” afirmou o
presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, em seu blog pessoal.
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Na política, como no
futebol, os times fortes criam torcidas fortes. A força das torcidas cresce na proporção
direta da capacidade do time de vencer e gerar felicidade. Sob Dilma Rousseff,
o Planalto emite sinais de que deseja dissociar Brasília da lógica dos
gramados.
No comando da maior
base congressual já vista desde a redemocratização do país, em 1985, Dilma
protagoniza gestos que levam à desagregação do seu arcaico conglomerado de
apoiadores (14 partidos). Arrisca-se a tomar gols contra no Legislativo. Mas
avalia que sua nova tática fará vibrar as arquibancadas.
Ao tentar enquadrar
seu time, dosando a tradicional contrapartida de cargos, verbas e prestígio
político, Dilma produziu um paradoxo: a despeito dos altos índices que ostenta
nas pesquisas, deixou de ser vista por de seus próprios “aliados” como primeira
opção para a sucessão presidencial de 2014.
Parte do condomínio
governista busca, desde logo, uma alternativa. Governador de Pernambuco e
presidente do PSB federal, Eduardo Campos move-se nos subterrâneos para
tornar-se a opção. Uma opção extraída de dentro do bloco partidário que,
organizado por Lula, agrupou-se ao redor de Dilma.
A movimentação de
Eduardo, por intensa, chama a atenção de lideranças governistas e
oposicionistas. Desperta simpatias surpreendentes. Por exemplo: presidente de
honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso transborda de elogios ao governador
pernambucano.
No início da semana,
em conversa com um político que o visitou em São Paulo, FHC enalteceu a
capacidade de articulação política de Eduardo. Enxerga nele um fulgor próprio
dos obcecados. Vê resplandecer no mandachuva do PSB um viço de candidato que
acredita faltar a Aécio Neves, o presidenciável “óbvio” do PSDB.
Dez dias antes, em
diálogo com outro político com quem dividiu suas análises, FHC ultrapassara as
fronteiras do mero elogio. Dissera que, dependendo das circunstâncias, Eduardo
Campos pode tornar-se uma opção também para as forças políticas que se opõem ao
projeto de poder longevo representado pelo PT.
FHC surpreendeu o
interlocutor ao admitir entre quatro paredes algo que tão cedo não dirá em
público: acha que, como conjectura, não se pode descartar liminarmente a
hipótese de composição de uma chapa que tenha Eduardo na cabeça e Aécio na
posição de vice.
Por razões diversas,
o pedaço da coligação governista que começa a vislumbrar em Dilma um empecilho
aos seus interesses também observa Eduardo com outros olhos. Os elogios ao
governador tornaram-se comuns nos lábios de caciques da política. Entre eles
dois figurões do PMDB: José Sarney e Renan Calheiros.
Eduardo Campos já
coleciona adeptos mesmo no grupo mais próximo do vice-presidente da República
Michel Temer, hoje o principal símbolo da parceria que fez o governismo do PMDB
mudar de status –de mero apoiador, condição que ostentava sob Lula, passou a
sócio do PT na gestão Dilma.
Ouvido pelo blog, o
partidário de Temer que se achega a Eduardo disse que Dilma passou a jogar na
divisão do PMDB. Segundo suas palavras, a presidente está transformando o
partido “num mundo de ninguém”. Desidrata o poder do vice e conspurca a unidade
que se havia formado em torno dele.
Com isso, nacos do
PMDB distanciam-se da tese segundo a qual o que mais convém à legenda é
reeditar em 2014 a chapa Dilma-Temer. Passa-se a considerar o “casamento” como
um divórcio esperando o melhor momento para acontecer. Algo para meados de
2013.
Suponha que uma
eventual dissidência some 30 ou 40 pessoas, especula o pemedebê descontente.
Teria o tamanho de um partido de porte médio, ele conclui. Acha que não é um
movimento que possa ser ignorado. Trata a potencial defecção quase como um dado
da realidade. “A Dilma é o que é, não vai mudar”, diz.
As articulações
desencadeadas pelas mágoas que Dilma ateou à sua volta espantam pela
precocidade. A sucessão de 2014 não é senão um ponto longínquo na folhinha. Mas
os caçadores de alternativa preferem o planejamento à surpresa.
São duas as
principais condicionantes do cenário: o comportamento dos indicadores da
economia e a disposição física de Lula. Quem aposta no infortúnio de Dilma
escora o êxito da empreitada na corrosão do PIB, submetido aos efeitos da crise
internacional, e na ausência de ânimo do Lula pós-câncer.
Aécio Neves já
declarou que se dispõe à medir forças com Dilma ou com Lula. Eduardo Campos,
avaliam todos, não ousaria confrontar-se com Lula. Devota-lhe amizade. De
resto, tem com ele uma dívida de gratidão. Deve a popularidade do seu governo
às verbas federais que Lula despejou em Pernambuco.
O mesmo não ocorre em
relação a Dilma. Longe dos refletores, Eduardo diz que não deve nada à
sucessora de Lula. Ao contrário. Considera-se credor de Dilma. Retirou do
caminho dela, na campanha de 2010, a candidatura presidencial de Ciro Gomes
(PSB-CE).
Sob Dilma, queixa-se
esse Eduardo dos diálogos privados, Brasília sorri mais para a Bahia do petista
Jaques Wagner do que para Pernambuco. Quem o escuta fica com a impressão de
que, com uma conjuntura favorável, não hesitaria em testar seu projeto presidencial
já em 2014, contra Dilma e o PT.
Um deputado federal
do partido de Eduardo enxerga na cena envenenada de Brasília uma formação
prematura de alianças. Vê o PDT de Carlos Lupi e o PP de Francisco Dornelles
próximos de Aécio. Enxerga o PCdoB, o PSD e o PTB em pleno flerte com Eduardo.
Esse tipo de conchavo
vale pelo peso que tem na definição do tempo de tevê de cada contendor. No
momento, Eduardo Campos acende velas defronte do altar do TSE. Roga aos céus
para que a Justiça Eleitoral conceda ao recém-nascido PSD o tempo de tevê
reivindicado pela turma de Gilberto Kassab. Atendido em suas preces, o
governador pernambucano ficaria mais próximo de uma candidatura.
Do Blog do Josias
Souza |
Como pode alguém que se recusou a votar em Tancredo por causa do Sarney e que, a partir daí, passou a fazer oposição a todos os governos, inclusive aos do PT, e que se manteve distante do governo FH, único que apoiou até hoje, chegar agora e conclamar os brasileiros a apoiarem Dilma? Fala, Jarbas Vasconcelos: “Porque ela já demonstrou que quer combater a corrupção. Mas será impossível fazer isso sem o apoio das pessoas de bem, do governo e da oposição, e, sobretudo, da sociedade. Em todos os partidos há gente de bem, até no PT” O senhor, para isso, daria apoio parlamentar às ações do governo dela no Congresso? “A força dos fisiológicos está nisso, nos votos que eles têm no Congresso. É a arma da chantagem, para tentar acuar o governo. Se a presidente quer fazer mesmo uma faxina geral, terá que ter o respaldo dos homens de bem no Congresso, numa ação suprapartidária, inclusive nas matérias essenciais.” E o que ela teria de fazer para ter esse apoio? “Ampliar a faxina e mudar o seu entorno. Jobim caiu porque não queria ser mandado política e administrativamente pelo PT. A presidente precisa assumir esses comandos para evitar que seu governo seja mais um governo do PT.” Do blog do Jorge Moreno Bastos |
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Nascido em 1979 e graduando em jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB, atuou na Revista A Capital e Rádios AM/FM, atualmente é titular do Blog Diário da Sulanca, principal veículo on-line de Santa Cruz do Capibaribe.
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