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As obras de reestruturação de uma área total de mais de 33 mil m² da feira livre do calçadão de Santa Cruz do Capibaribe, Agreste de Pernambuco, está com ritmo acelerado.

O Poder Público através das Secretarias de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente e Planejamento e Gestão, a construtora e a comissão dos comerciantes estão num trabalho sincronizado para a inspeção e discussão da obra que está na fase da construção da estrutura metálica com a colocação de ferragens e concreto para erguer o empreendimento que será totalmente gratuito para os confeccionistas que trabalhavam no local.  

O Calçadão de Confecções Miguel Arraes de Alencar terá mais de 13 milhões de reais em investimentos do governo estadual em convênio com a Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe, beneficiando mais de 4 mil famílias que receberão um novo local com total infraestrutura de piso, cobertura, estacionamento, banheiros, iluminação e segurança.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente, Bruno Bezerra, visitou as obras e na ocasião, constatou que o cronograma da construção do novo calçadão está dentro da normalidade e destacou a importância do trabalho conjunto com os comerciantes e o suporte que está sendo oferecido para a área provisória na qual os confeccionistas estão trabalhando até a conclusão das obras.

“A nossa obrigação é tentar materializar o sonho das pessoas que fazem aquele espaço empreendedor e nada mais justo que ouvir e discutir com estas, todo o processo de construção do novo calçadão, como a escolha do modelo de banco que será utilizado no empreendimento, que está sendo realizada em conjunto com os comerciantes”, frisou Bruno Bezerra.

Por Emanoel Glicério | Marcadores: , , ,

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente de Santa Cruz do Capibaribe com auxílio da Secretaria de Executiva de Agricultura realizou palestra com caprinocultores no sítio Magana sobre cuidados no manuseio do leite de cabra, criação e convívio com a seca no semi-árido.

Para Lenildo Araújo, Secretário Executivo de Agricultura, o encontro teve como objetivo principal melhorar o trabalho e higiene do leite de cabra. “Estamos trazendo constantemente experiência de outros lugares para melhorar a qualidade dos produtos dos criadores de Santa Cruz e melhorar a higiene do leite de cabra produzido aqui, desta forma ofereceremos a população um leite cada vez mais puro”.

O Secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente, Bruno Bezerra, falou que o seu desejo não é só trabalhar o lado da criação e do manejo, mas abrir o mercado para os produtos e derivados da cabra como o leite, queijo, requeijão e carne. “O que a gente pode ver é que existem alguns criadores em nossa zona rural com uma produção expressiva, mas com dificuldade de colocá-la no mercado, com esses dados em mãos o poder público tem a finalidade de ajudar a desenvolver novos artigos com a retirada do leite de cabra como é o caso do queijo, iogurte e requeijão e agregar valor ao que é fabricado”.

Bruno Bezerra também falou que há interesses da prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe em inserir os produtos da agricultura familiar no cardápio da merenda escolar. “Queremos introduzir os produtos como leite de cabra na merenda escolar e o governo municipal tem esse interesse, assim o poder público além de melhorar a merenda escolar com produtos frescos estará gerando renda extra para os caprinocultures”.

Além da palestra com Lenildo Araújo e Bruno Bezerra, foram exibidos no encontro três filmes: Criação de Cabra e Fabricação de Queijo, Cuidados com Leite e Higienização e Como sobreviver com criação de cabra e convivência com a seca no semi-árido.

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Por Bruno Bezerra*

Tenho dito... Cuidar da cidade é a melhor forma de cuidar de si e de todos ao mesmo tempo. Podemos dizer sem medo de errar que cuidar da cidade é uma poderosa forma de comunhão.


Hoje, Santa Cruz do Capibaribe comemora 60 anos de emancipação política. São 60 anos que representam uma odisséia empreendedora fantástica, uma odisséia transformadora de vidas.

Ao longo destes 60 anos, o ambiente empreendedor de Santa Cruz do Capibaribe foi generoso e muito fez por muitos. Fez pelos filhos e filhas naturais, fez pelos filhos e filhas adotivos.

John F. Kennedy certa vez disse "Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país". Preceito memorável, que podemos pegar emprestado e substituir a palavra país, pela palavra cidade. 

E você que vive em Santa Cruz do Capibaribe, pergunte a si mesmo se o que você está fazendo pela cidade está perto do que a cidade já fez por você.

O maior desafio de Santa Cruz do Capibaribe para os próximos anos é transformar sua estrutura geradora de desenvolvimento econômico em uma estrutura também geradora de qualidade de vida coletiva.

Que venham os desafios, que venham novas oportunidades e possibilidades, que venham novos sonhos e planos. E que a esperança de dias melhores possa sempre habitar ruas e lares desta Cidade Santa.

Tenho dito e repetido várias vezes... Cuidar da cidade é a melhor forma de cuidar de si e de todos ao mesmo tempo.

Viva Santa Cruz do Capibaribe!

*Bruno Bezerra é secretário de desenvolvimento econômico, agricultura e meio ambiente de Santa Cruz do Capibaribe.

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Com presença de blogueiros e radialistas foi lançamento na manhã desta terça-feira (22), pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente, o estudo: "As Fronteiras da Atividade Empreendedora Baseada no Moda Center Santa Cruz". 

A pesquisa trata de um trabalhado de mapeamento da influência regional e do impacto econômico do ambiente empreendedor do Moda Center, incluindo o Calçadão. De Acordo com o estudo, foi identificado que 54 cidades possuem empreendedores que escoam a produção do Moda Center e Calçadão, sendo que 16 municípios são paraibanos e 38 pernambucanos.

“A ideia é tornar o trabalho dos agentes públicos e privados mais fácil quando forem apresentar nosso empreendimento em órgãos estaduais e nacionais e assim atrair mais investimentos para Santa Cruz”, esclareceu Bruno Bezerra, Secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente. 

O estudo tem duas versões, uma impressa com gráficos e informações focadas na captação de recursos públicos, e uma versão bilíngue (português e inglês) em formato digital com foco na atração de investimento privado e compradores.


A pesquisa também identificou que as cidades que envolvem o ciclo do Moda Center e Calçadão (54) é maior que o números de municípios de 4 estados brasileiros (Acre, Amapá,Rondônia e Roraima).

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O primeiro dia da Feira livre da comunidade do Santo Agostinho foi um sucesso de acordo com os organizadores. A feira irá atender além do Santo Agostinho, as comunidades do Pedra Branca, Acauã, Jaçanã, São Jorge e Neco Aragão.

No primeiro dia mais de 40 pequenos comerciantes expuseram seus produtos, com uma variedade digna de grandes feiras de mangaio.

“A boa notícia é que a primeira feira do bairro Santo Agostinho foi um sucesso. Moradores da comunidade e dos bairros próximos economizando tempo e dinheiro no deslocamento até a outra feira no centro da cidade, e os feirantes fazendo bons negócios na própria comunidade” comemorou Bruno Bezerra, Secretário de Desenvolvimento Econômico.

De acordo com o secretário a feira implantada no Santo Agostinho vai melhorar o transito da cidade, desafogando o centro, diminuir as despesas dos compradores que tinham que cruzar a cidade, além de oferecer comodidade aos moradores das comunidades beneficiadas.

A criação da feira foi uma iniciativa da gerencia de feiras e mercados, tendo a frente o gestor Sérgio Colino e o diretor Alencar Lopes.

A feira acontecerá todos os domingos, das 05 horas às 13 horas. 


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O secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente, Bruno Bezerra, o Gestor de Meio Ambiente, Pablo Ricardo, e os ambientalistas Gustavo Bezerra e Arnaldo Vitorino fizeram uma programação diferente na manhã deste domingo: Foram passear nas areias do Rio Capibaribe.

Isso mesmo passear nas areias do rio.

O feito foi conseguido graças aos trabalhos que limpeza e recuperação do rio que estão sendo feitos pela Secretaria de Serviços Públicos e supervisionada pela diretoria de Meio Ambiente.

“Em alguns trecho já é possível reencontrar a tradicional areia branca e fina do Capibaribe. Em breve começaremos um trabalho de educação ambiental nos trechos limpos” afirmou Bruno Bezerra.
De acordo com o secretário o governo municipal vai incentivar a realização de um torneio de vôlei na areia do rio Capibaribe.

“Com essas ações pretendemos envolver várias pessoas com a causa do nosso rio Capibaribe” comemorou.

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O Aterro Sanitário de Santa Cruz do Capibaribe recebe cerca de 80 toneladas de resíduos sólidos (lixo) diariamente. São resíduos de residências, comércio e entulhos de construção civil. A gestão municipal, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente, vem desempenhando um trabalho de organização e reestruturação no processo de funcionamento do aterro, baseado no cumprimento das normas ambientais vigentes.

De acordo com o secretário de desenvolvimento econômico, agricultura e meio ambiente, Bruno Bezerra, uma das primeiras medidas, ao assumir a pasta, foi a negociação da dívida de 780 mil reais deixada pela gestão anterior com a empresa responsável pela administração do aterro. “A falta de pagamento impossibilitava o processo de expansão da estrutura do aterro, bem como a compactação e aterramento dos resíduos. O aterro funcionava como um lixão, só a partir da negociação fizemos um planejamento e uma verdadeira força-tarefa para compactar e cobrir o lixo exposto a céu aberto”, disse Bruno.

Problemas com o transporte e alimentação dos funcionários do local também foram encontrados. Segundo o gestor de meio ambiente, Pablo Ricardo, foram providenciadas as melhorias necessárias nas condições de trabalho e em breve todos passarão por capacitações na área ambiental.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente vem acompanhando de perto o trabalho de reestruturação do aterro sanitário, para que o mesmo funcione da maneira correta. O próximo passo a ser dado é levantar a documentação e fazer as vistorias necessárias para renovar a licença de funcionamento do aterro, vencida desde 13 de abril de 2012.


Entenda a diferença entre lixão e aterro sanitário
Da Revista Super Interessante

O Brasil ainda destina grande parte do lixo de forma incorreta. Dados da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) mostram que cerca de 1.600 municípios brasileiros destinam seus resíduos em lixões. A maior parte deles, 855, está localizada no Nordeste. O IBGE afirma que a região, junto com o Norte do país, leva mais de 80% dos seus resíduos para lixões. Todas as regiões, no entanto, vivem o problema. A Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), instituída em 2010, prevê a extinção dos lixões no Brasil até 2014.

Os dados Abrelpe também mostram que estamos produzindo mais lixo. Em 2010, a geração de resíduos sólidos urbanos cresceu 6,8% em relação a 2009. Junto a isso, os números do IBGE não são tão animadores: apenas 27,7% dos resíduos no Brasil vão, de fato, para aterros sanitários. Mas qual é a diferença entre lixão e aterro sanitário?

O lixão é um grande espaço destinado apenas a receber lixo. Isso significa que nada é planejado para “abrigar” os resíduos de forma menos agressiva ao meio ambiente. Não há tratamento para o chorume, líquido liberado pelo lixo, que contamina o solo e a água. Por lá, não é difícil encontrar ratos e insetos circulando livremente. Os resíduos ficam, literalmente, a céu aberto.

Já no aterro sanitário, o lixo é depositado em local impermeabilizado por uma base de argila e lona plástica, o que impede o vazamento de chorume para o subsolo. Diariamente, o material é aterrado com equipamentos específicos para este fim. Existem, também, tubulações que captam o metano, gás liberado pela decomposição de matéria orgânica e que pode ser usado para gerar energia.

Os aterros controlados são intermediários entre lixão e aterro sanitário. Neles, há cobertura diária do lixo com terra, importante para evitar mau cheiro e proliferação de insetos e animais, mas a capacidade de impedir a contaminação do solo e águas subterrâneas não é completa.

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Estudantes do curso de arquitetura da Universidade de São Paulo (USP) conheceram no último sábado a comunidade do Jaçanã, bairro planejado para atender a demanda habitacional entre as camadas mais carentes da sociedade.

Os futuros arquitetos gravaram depoimentos dos secretários Bruno Bezerra (Desenvolvimento Econômico) e Gilson Julião (Inclusão Social) sobre os efeitos da economia da vida da população mais carentes e os impactos que isso provoca no desenvolvimento e no crescimento desordenado da cidade.

Além da Vila Jaçanã os futuros arquitetos visitaram as antigas favelas do Papelão e da Cohab, que hoje começam a serem riscadas do mapa do município, abrindo espaços para ruas que estavam escondidas por trás dos barracos.

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Uma ação do governo municipal, através das secretarias de Inclusão Social e Cidadania e Desenvolvimento Econômico, em parceria com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC) vai oferecer capacitação a quase uma centena de moradores da vila do Pará.

O programa que tem como meta interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio e de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional presencial e a distância vai oferecer cursos de mecânica de maquina de costura, modelista e auxiliar de recursos humanos.


De acordo com os secretários Gilson Julião (Inclusão Social) e Bruno Bezerra (Desenvolvimento Econômico) a meta é formar turmas em toda a zona rural do município, ofertando capacitação aos moradores das vilas do Pará, Poço Fundo, Cacimba de Baixo e Magana.

Na próxima terça-feira (13) as primeiras turmas instaladas em Cacimba de Baixo e Magana receberão seus diplomas nos cursos de assistente administrativo e auxiliar de recursos humanos. 
Novos tempos

Em 1998 a turma de concluintes da escola Jose Quirino na Vila do Pará só contava com quatro alunos, verdadeiros guerreiros que durante todo o ano dividiram uma sala de aula praticamente vazia em busca de conhecimentos.

Hoje a vila do Pará é umas das localidades com o maior número de participantes dos cursos do Pronatec.

Dos quatro guerreiros da turma de 1998 um, Renato Gonçalves da Silva, voltou as salas de aula agora, para buscar mais conhecimento e se formar em mecânica de máquina de costura.

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Na manhã desta terça-feira (06), o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente Bruno Bezerra, o Diretor de Feiras e Mercados, Sérgio Colino, e o Procurador Geral do Município Dr. Marcelo Diógenes estiveram nas rádios IGM, Comunidade FM e Vale AM para falar sobre o andamento do Projeto do Calçadão e tirar dúvidas dos ouvintes.

De acordo com o secretário Bruno Bezerra, o Projeto do Calçadão caminha na tentativa de melhorar as parcelas de pagamento tanto da compra de restaurantes quanto dos bancos e lojas, bem como, na liberação de um local onde funcionará a feira, enquanto a obra estiver sendo executada. “Após esse primeiro momento, vamos trabalhar diretamente na questão da comercialização dos bancos, lojas e restaurantes do calçadão”, observou.

O projeto contará com 3.464 bancas que estarão à venda prioritariamente para os 3.300 comerciantes que vendem no local e depois às pessoas que se cadastraram na lista de espera. A obra será feita por módulos, no intuito de não prejudicar o comércio no período de sua execução.  

A Prefeitura Municipal através da Procuradoria do Município visando promover uma formalização legal de uso do espaço, também está trabalhando na elaboração de um projeto de lei que será encaminhado à Câmara de Vereadores que garantirá a concessão do direito real de uso da propriedade aos comerciantes que adquirirem bancas, lojas ou restaurantes no calçadão. “Os comerciantes terão um instrumento jurídico que vai legalizar a sua situação enquanto beneficiários de uma concessão de uso do espaço público, desta forma, visamos assegurar a condição legal de todas as pessoas que comercializam no calçadão”, ressaltou o procurador.

“Tivemos diversas reuniões com as pessoas que se utilizam do calçadão, e acreditamos que através do diálogo franco e aberto com seus participantes vamos colocar em prática o projeto que vai trazer uma evolução muito grande para o local, pois possibilitará a oferta de um espaço decente e com infraestrutura para receber os compradores que visitam o calçadão semanalmente”, relatou Bruno Bezerra.

As pessoas que tiverem alguma dúvida sobre o Projeto do Calçadão deverão comparecer a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Meio Ambiente, localizada na Avenida Padre Zuzinha, das 8h às 13h.

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